SubAstor (Desde 2009)

Tipos de Bares: Drinques
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Endereço: Rua Delfina, 163 - (entrada pelo Astor) - Pinheiros - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 38151364
Horário:
segunda-feira
Fechado
terça-feira
20:00 - 03:00
quarta-feira
20:00 - 03:00
quinta-feira
20:00 - 03:00
sexta-feira
20:00 - 04:00
sábado
20:00 - 04:00
domingo
Fechado
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Formas de pagamento

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, Diners e American Express
Cartões de débito: Visa Electron, Rede Shop e Maestro

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Informações adicionais

Estacionamento/Valet (R$ 25,00), Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (60)

Resenha por Saulo Yassuda e Fábio Galib

O porão instalado no subsolo do Astor é um dos melhores cantinhos da cidade para beber drinques. E a qualidade não foi abalada nem de longe pela ausência do italiano Fabio la Pietra. O titular do balcão desligou-se da casa há cerca de um ano para trabalhar no Peppino Bar, mas já está de volta ao antigo posto. Enquanto isso, seu braço-direito, Rogério Frajola, permaneceu no bar preparando com maestria as delícias etílicas. Unida de novo, a dupla continua a surpreender o público com misturas como o sant’iago fashioned (R$ 32,00), de rum, calvados, melaço de jerez e bitter de laranja. O copo vem com casca de limão-taiti e uma minimaçã.

Preços checados em setembro de 2017.

    DELÍCIAS LÍQUIDAS NO SUBASTOR

    Mostarda de Dijon, doce de banana, gaspacho... Com uma cosmopolita — e criativa — coleção de ingredientes, o bartender Fabio la Pietra volta com tudo ao balcão do SubAstor, bar finalista no mais recente COMER & BEBER e considerado um dos 100 melhores do mundo no ranking The World’s 50 Best Bars. Desde 2015, o italiano não mexia na carta — contribuiu para o atraso os nove meses em que ele trabalhou no Peppino Bar. Acompanhada de ilustrações do artista Ciro Bicudo, conhecido por desenhar rótulos de cerveja artesanal, a lista traz doze misturas, a R$ 32,00 cada uma. Uma das melhores chama-se bijoux caju, servida em copo na forma da fruta. Leva gim fluminense Amozzáni, mocororó de caju (bebida fermentada consumida no Nordeste), limão-taiti, xarope falernum, vermute seco e um toque de licor Chartreuse Jaune. Cheio de frescor e com toque salgado, o cabuya (tequila, gaspacho de melão e tomate, grapefruit, limão-taiti e vermute) vem coberto de espuma de vinho jerez e mostarda. Merece ainda ser tomado o better single then... (uísque, vinho branco, limão-cravo e mel de vinho jerez), com um canudo de doce de banana por cima.

    Preços checados em outubro de 2017.

    (Por Saulo Yassuda)

    Comer e beber

    • 2017 - Indicado

      Carta de Drinques Comer & Beber .

      O porão instalado no subsolo do Astor é um dos melhores cantinhos da cidade para beber drinques. E a qualidade não foi abalada nem de longe pela ausência do italiano Fabio la Pietra. O titular do balcão desligou-se da casa há cerca de um ano para trabalhar no Peppino Bar, mas já está de volta ao antigo posto. Enquanto isso, seu braço-direito, Rogério Frajola, permaneceu no bar preparando com maestria as delícias etílicas. Unida de novo, a dupla continua a surpreender o público com misturas como o sant’iago fashioned (R$ 32,00), de rum, calvados, melaço de jerez e bitter de laranja. O copo vem com casca de limão-taiti e uma minimaçã. (Preços checados em setembro de 2017).

      Saulo Yassuda e Fabio Galib

    • 2016 - Indicado

      Bares carta de drinques Comer & Beber .

      Não é raro chegar ao bar, instalado no subsolo do Astor, e encontrar o salão apinhado. Culpa do bartender italiano Fabio la Pietra, que se desligou da casa em setembro, mas deixou uma ótima seleção etílica como legado. O interino e ex-braço-direito, Rogério Frajola, na casa desde a abertura, executa junto da equipe pedidas como o dark & stormy (R$ 31,00), feito de rum, melado de cana e limão-taiti e finalizado com um marcante refrigerante de gengibre. (Preços checados em setembro/outubro de 2016.)

      Saulo Yassuda e Fábio Galib

    • 2015 - Vencedor

      Bares carta de drinques Comer & Beber .

      SubAstor, março de 2013. Quando assumiu a bancada do agitado porão, o barman Fabio la Pietra exalava rebeldia. Torresmo, carne-seca e manteiga de garrafa ingressavam sem dó em seus deliciosos (e surpreendentemente sutis) drinques. Um salto para 2015. Casado com a paulistana Flavia Ballon Baldi e pai de Enrico, de quase 1 ano, o italiano não parece mais tão “vida loka”. Suas receitas estão menos amalucadas. A ousadia, por sua vez, segue latente. Quer um atrevimento? Experimente o ceará vs 007, um encontro do vesper, o martíni criado por James Bond em Casino Royale, com o Nordeste. A mistura de gim, vodca com infusão de castanha-de-caju e vermute seco ganha uma borrifada de perfume feito do suco da fruta. O resultado é uma pancada de destilado das boas, afagada pelo doce e ácido do caju. O coquetel custa R$ 29,00, assim como todas as outras 24 surpresas da mais criativa carta da cidade. Tanto no conteúdo quanto na forma. O cardápio vem no formato de um cubo de papel — lembra até um brinquedo. Parece coisa de pai babão. (Preços checados em setembro/outubro de 2015).

      Saulo Yassuda

    • 2014 - Indicado

      Bares barman do ano Comer & Beber .

      Para ingressar no espaço de atmosfera cool, iluminação amena e trilha sonora bacanuda de rock e soul, não basta apenas atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. É preciso encarar uma hostess pouco simpática, deixar seu nome na lista e esperar receber um SMS dizendo que você já pode cruzar as cortinas vermelhas de veludo e entrar no bar. Apenas entrar, pois para conseguir um assento numa das poltronas de couro ou em frente ao balcão iluminado pode ser necessário aguardar um pouco mais. Mas tanta concorrência tem sentido: o SubAstor emprega um dos melhores barmen da cidade, o italiano Fabio La Pietra, vencedor na categoria na edição do ano passado. No fim de maio, a carta de coquetéis foi renovada, ganhou vinte novas misturas e se tornou mais sóbria, sem tantas invencionices como no ano passado, mas sem perder o toque criativo. O il cardinale (R$ 24,00) traz uma combinação de gim, vermute seco, Campari e mais uma azeitona no fundo da taça. Trata-se de uma fusão dos coquetéis dry martini e negroni. Refrescante, o chamado gustavo... tanto de você (R$ 24,00) é um misto de uísque americano, vermute tinto e o amargo Lucano mais um toque de cerveja. Também agrada o harmonia (R$ 24,00), de vodca cítrica, vinho Manzanilla, limão-cravo, xarope de cedarwood e chimarrão. Dobrável, o cardápio exibe um um “mapa” bacana em formato triangular que indica o estilo de cada drinque (se é refrescante, seco, aromático, frutado...). (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Saulo Yassuda

    • 2014 - Indicado

      Bares carta de drinques Comer & Beber .

      Para ingressar no espaço de atmosfera cool, iluminação amena e trilha sonora bacanuda de rock e soul, não basta apenas atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. É preciso encarar uma hostess pouco simpática, deixar seu nome na lista e esperar receber um SMS dizendo que você já pode cruzar as cortinas vermelhas de veludo e entrar no bar. Apenas entrar, pois para conseguir um assento numa das poltronas de couro ou em frente ao balcão iluminado pode ser necessário aguardar um pouco mais. Mas tanta concorrência tem sentido: o SubAstor emprega um dos melhores barmen da cidade, o italiano Fabio La Pietra, vencedor na categoria na edição do ano passado. No fim de maio, a carta de coquetéis foi renovada, ganhou vinte novas misturas e se tornou mais sóbria, sem tantas invencionices como no ano passado, mas sem perder o toque criativo. O il cardinale (R$ 24,00) traz uma combinação de gim, vermute seco, Campari e mais uma azeitona no fundo da taça. Trata-se de uma fusão dos coquetéis dry martini e negroni. Refrescante, o chamado gustavo... tanto de você (R$ 24,00) é um misto de uísque americano, vermute tinto e o amargo Lucano mais um toque de cerveja. Também agrada o harmonia (R$ 24,00), de vodca cítrica, vinho Manzanilla, limão-cravo, xarope de cedarwood e chimarrão. Dobrável, o cardápio exibe um um “mapa” bacana em formato triangular que indica o estilo de cada drinque (se é refrescante, seco, aromático, frutado...). (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Saulo Yassuda

    • 2013 - Vencedor

      Bares barman do ano Comer & Beber .

      Preste atenção na figura aí acima. Repare nas meias. Sim, de bolinhas. Camisa de listras e suspensórios bege, o italiano Fabio La Pietra não tem medo de arriscar. Sua vasta testa é fervilhante de (boas) ideias. E o que escorre da mão dele? Provavelmente o melhor e mais original dry martini da cidade, o creamy’n’dry mrt (R$ 27,00), feito com base em uma técnica de aromatização a frio com... manteiga de garrafa. Seca por definição, a bebida que chega enfeitada por uma folha de parmesão com zimbro ganha um indescritível começo untuoso para depois voltar à secura que lhe é de direito. Embora só tenha 23 anos, o rapaz nascido na pequena San Severo, na região da Puglia, carrega quase uma década de profissão — desde sempre quis seguir a carreira do irmão mais velho. Desembarcou no país vindo direto do afamado bar Montgomery Place, de Londres, com a missão nada fácil de assumir e reformar a carta do SubAstor. Apaixonado pelo Brasil e casado com uma paulistana, Pietra foi buscar inspiração nos usos e costumes da nova pátria e na música de Adoniran Barbosa. Ele também “complicou” o próprio trabalho, passando a fabricar ali mesmo no bar infusões, vermutes e outros insumos para a sua arte. Dividiu a carta em quatro seções: espumantes, receitas pré-lei seca americana, coquetéis dos anos dourados e clássicos revisitados com ingredientes brasileiros. Assim, ele oferece 27 bons motivos para brigar pelos disputadíssimos bancos do SubAstor. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Luiz Henrique Ligabue e Marcelo Cobra

    • 2013 - Vencedor

      Bares carta de coquetéis Comer & Beber .

      Preste atenção na figura aí acima. Repare nas meias. Sim, de bolinhas. Camisa de listras e suspensórios bege, o italiano Fabio La Pietra não tem medo de arriscar. Sua vasta testa é fervilhante de (boas) ideias. E o que escorre da mão dele? Provavelmente o melhor e mais original dry martini da cidade, o creamy’n’dry mrt (R$ 27,00), feito com base em uma técnica de aromatização a frio com... manteiga de garrafa. Seca por definição, a bebida que chega enfeitada por uma folha de parmesão com zimbro ganha um indescritível começo untuoso para depois voltar à secura que lhe é de direito. Embora só tenha 23 anos, o rapaz nascido na pequena San Severo, na região da Puglia, carrega quase uma década de profissão — desde sempre quis seguir a carreira do irmão mais velho. Desembarcou no país vindo direto do afamado bar Montgomery Place, de Londres, com a missão nada fácil de assumir e reformar a carta do SubAstor. Apaixonado pelo Brasil e casado com uma paulistana, Pietra foi buscar inspiração nos usos e costumes da nova pátria e na música de Adoniran Barbosa. Ele também “complicou” o próprio trabalho, passando a fabricar ali mesmo no bar infusões, vermutes e outros insumos para a sua arte. Dividiu a carta em quatro seções: espumantes, receitas pré-lei seca americana, coquetéis dos anos dourados e clássicos revisitados com ingredientes brasileiros. Assim, ele oferece 27 bons motivos para brigar pelos disputadíssimos bancos do SubAstor. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Luiz Henrique Ligabue e Marcelo Cobra

    • 2012 - Indicado

      Bares carta de coquetéis Comer & Beber .

      Sem ligação com a rua, é um autêntico speakeasy — como eram chamados os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Para descobrir o ambiente de atmosfera cool, animado por faixas de rock, soul e jazz, é preciso atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. Acomode-se no balcão de doze lugares ou nas poltronas de couro e delicie-se com a carta de coquetéis, uma das melhores da cidade. Renovada em agosto de 2012, ganhou 23 novas receitas. Num dos destaques, o beet by bit vem numa taça de vinho enrolada em papel-manteiga. Refrescante, combina o aperitivo italiano Aperol com um inusitado xarope natural de beterraba mais sucos de limão-siciliano e grapefruit e espumante. Quem aprecia bebidas com um toque apimentado não pode perder o sub bramble. Preparado numa taça retrô, leva gim inglês, xarope de gengibre, licor francês de amora e suco de limão-siciliano. O que confere a ardência são gotas de bitter da forte pimenta habanero. Mais sossegada no início da semana, quando predominam os casais, a casa costuma pegar fogo de quinta a sábado, dias em que suas misturas etílicas turbinam a paquera.

      Veja SP

    • 2012 - Indicado

      Bares para ir a dois Comer & Beber .

      Sem ligação com a rua, é um autêntico speakeasy — como eram chamados os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Para descobrir o ambiente de atmosfera cool, animado por faixas de rock, soul e jazz, é preciso atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. Acomode-se no balcão de doze lugares ou nas poltronas de couro e delicie-se com a carta de coquetéis, uma das melhores da cidade. Renovada em agosto de 2012, ganhou 23 novas receitas. Num dos destaques, o beet by bit vem numa taça de vinho enrolada em papel-manteiga. Refrescante, combina o aperitivo italiano Aperol com um inusitado xarope natural de beterraba mais sucos de limão-siciliano e grapefruit e espumante. Quem aprecia bebidas com um toque apimentado não pode perder o sub bramble. Preparado numa taça retrô, leva gim inglês, xarope de gengibre, licor francês de amora e suco de limão-siciliano. O que confere a ardência são gotas de bitter da forte pimenta habanero. Mais sossegada no início da semana, quando predominam os casais, a casa costuma pegar fogo de quinta a sábado, dias em que suas misturas etílicas turbinam a paquera.

      Veja SP

    • 2012 - Indicado

      Bares paquera Comer & Beber .

      Sem ligação com a rua, é um autêntico speakeasy — como eram chamados os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Para descobrir o ambiente de atmosfera cool, animado por faixas de rock, soul e jazz, é preciso atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. Acomode-se no balcão de doze lugares ou nas poltronas de couro e delicie-se com a carta de coquetéis, uma das melhores da cidade. Renovada em agosto de 2012, ganhou 23 novas receitas. Num dos destaques, o beet by bit vem numa taça de vinho enrolada em papel-manteiga. Refrescante, combina o aperitivo italiano Aperol com um inusitado xarope natural de beterraba mais sucos de limão-siciliano e grapefruit e espumante. Quem aprecia bebidas com um toque apimentado não pode perder o sub bramble. Preparado numa taça retrô, leva gim inglês, xarope de gengibre, licor francês de amora e suco de limão-siciliano. O que confere a ardência são gotas de bitter da forte pimenta habanero. Mais sossegada no início da semana, quando predominam os casais, a casa costuma pegar fogo de quinta a sábado, dias em que suas misturas etílicas turbinam a paquera.

      Veja SP

    • 2011 - Indicado

      Bares carta de coquetéis Comer & Beber .

      Templo da coquetelaria na cidade, a casa é inspirada nos speakeasies, os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Nem ligação com a rua tem. Para chegar ao ambiente de estilo cool, é necessário atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. O balcão com doze lugares costuma ser um dos melhores pontos para paquera. Muito rock, blues e jazz, em volume na medida para deixar o clima animado, saem das caixas de som. Rolling Stones, White Stripes, Herbie Hancock e Tim Maia costumam figurar na seleção. Lançada neste mês, a nova carta de bebidas reúne 45 coquetéis, classificados por época de origem. Uma das novidades é o cupid’s potion, mistura de licor francês de ervas Chartreuse, folhas de hortelã, bitter de ruibarbo (um vegetal) e espumante.

      Veja SP

    • 2011 - Indicado

      Bares paquera Comer & Beber .

      Templo da coquetelaria na cidade, a casa é inspirada nos speakeasies, os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Nem ligação com a rua tem. Para chegar ao ambiente de estilo cool, é necessário atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. O balcão com doze lugares costuma ser um dos melhores pontos para paquera. Muito rock, blues e jazz, em volume na medida para deixar o clima animado, saem das caixas de som. Rolling Stones, White Stripes, Herbie Hancock e Tim Maia costumam figurar na seleção. Lançada neste mês, a nova carta de bebidas reúne 45 coquetéis, classificados por época de origem. Uma das novidades é o cupid’s potion, mistura de licor francês de ervas Chartreuse, folhas de hortelã, bitter de ruibarbo (um vegetal) e espumante.

      Veja SP

    • 2010 - Vencedor

      Bares carta de coquetéis Comer & Beber .

      Logo na entrada do SubAstor, localizado no subsolo do Astor, na Vila Madalena, há uma placa na qual se lê, em inglês: “Regra número 1: o barman está sempre certo; regra número 2: se o barman estiver errado, olhe a regra número 1”. A brincadeira dá uma ideia da importância desse profissional para a casa, eleita na estreante categoria de melhor carta de coquetéis. Aliás, é difícil ver alguém lá dentro sem um drinque na mão. São preparados, em média, 300 por noite. O tentador cardápio, recentemente renovado, traz 48 combinações etílicas executadas pelo barman Pereira e seus ajudantes. Nele, encontram-se oito versões de dry martini (uma delas com azeitona preta), coquetéis históricos, uma seleção de martínis moderninhos e a curiosa caipi-mate, feita a partir da infusão de erva-mate em cachaça mais limão-taiti e maracujá. Outras novidades são o equilibrado watercress martini (gim, saquê, suco de limões e folhas de agrião) e o breakfast martini (geleia de laranja mesclada com gim, licor de laranja e suco de limão-siciliano), este criado em Londres pelo italiano Salvatore Calabrese, um dos papas da nova geração de bartenders. Depois de provar essas delícias alcoólicas, o pessoal cai na paquera no salão de atmosfera cool, todo ambientado em preto e vermelho, animado por faixas com pegada de rock e soul.

      Veja SP

    • 2009 - Vencedor

      Bares Comer & Beber .

      O sujeito está tomando um chope no Astor quando vê uma turma de garotas bem-arrumadas atravessar o salão, descer as escadas rumo ao banheiro e "desaparecer". Imagina, claro, que já bebeu demais. Mal sabe ele que o subsolo da casa foi transformado num dos endereços mais comentados do momento. Desde junho, abriga o SubAstor, eleito pelo júri o bar revelação da temporada. Propositadamente escondido, é inspirado nos speakeasies, os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Na fachada do Astor, a única referência ao lugar fica por conta de uma seta apontando para baixo. Um mix de predicados lhe dá colorido especial. Entre eles, a ambientação de atmosfera cool -- com cortinas de veludo, poltronas de couro e iluminação amena -- e a descolada trilha sonora, que perfila de Rolling Stones e Talking Heads a Joss Stone e Nina Simone. Além disso, dispõe de uma das melhores cartas de coquetéis da cidade, com 43 receitas. Clássicos internacionais, martínis moderninhos e invencionices como o sub (suco de tomate temperado e servido com bolinhas gelatinosas, chamadas de caviares, de gim e vodca) ajudam a elevar a eletricidade. Duas pedidas certeiras: o vigoroso martinez, mix de gim, vermute tinto, licor de cereja e bitter de laranja, e a suave infusão de folhas do chá Earl Grey em gim, suco de limão-siciliano e xarope de açúcar. Barman do ano, Pereira e seus ajudantes comandam o belo balcão de dez lugares. De quarta a sábado, a espera para entrar é praticamente certa. Mas o SubAstor fecha tarde -- nunca antes das 3 da manhã.

      Veja SP

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