Saj – Vila Madalena (Desde 2008)

Tipos de Restaurantes: Árabes
VejaSP
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Endereço: Rua Girassol, 523 - Vila Madalena - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 30325939
Horário:
segunda-feira
12:00 - 15:30 - 18:30 - 22:30
terça-feira
12:00 - 15:30 - 18:30 - 23:00
quarta-feira
12:00 - 15:30 - 18:30 - 23:00
quinta-feira
12:00 - 15:30 - 18:30 - 23:00
sexta-feira
12:00 - 15:30 - 18:30 - 00:00
sábado
12:00 - 00:00
domingo
12:30 - 23:00
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Faixa de preço

De R$0,00 a R$115,00

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Informações adicionais

Lugares/Capacidade total (98), Levar vinhos (permite) (R$ 35,00)

Resenha por Arnaldo Lorençato e Saulo Yassuda

É uma bem-sucedida rede de culinária árabe, com cinco pontos pela capital. O bacana é que a maioria dos itens do cardápio pode ser pedida em meia-porção, assim dá para provar um pouco de tudo. É difícil não começar com o trio de pastas (R$ 24,00 a meia; R$ 48,00 a inteira), com homus, babaganuche e coalhada seca. O clássico quibe cru (R$ 23,00 ou R$ 45,00) tem uma versão incrementada que leva carne moída refogada mais cebo- la crua e cebolinha picadinhas por cima.n Custa R$ 49,00 (tamanho único).

Informações checadas entre agosto e outubro de 2019.

    Cresceu a unidade pioneira da rede Saj, atualmente com cinco endereços na cidade. A casa da Vila Madalena ganhou um espaço anexo com capacidade para 25 lugares, onde antes ficava o telhado de um hostel. Agora se acomodam por lá 98 pessoas, que podem iniciar a refeição com as esfihas abertas (foto) de sabores como mussarela (R$ 8,00), zátar (R$ 8,00), carne (R$ 8,00) e carne com coalhada (R$ 10,00). O trio de pastas (R$ 24,00 a meia, R$ 48,00 a inteira), combinado de homus, babaganuche e coalhada seca, é outra boa pedida. Quem quiser poderá ir de quibe cru (R$ 23,00 ou R$ 45,00). Essas duas últimas opções são acompanhadas de pães feitos na hora.

    Informações checadas entre agosto e outubro de 2019.

    (Por Saulo Yassuda)

    Comer e beber

    • 2019 - Participante

      Comer & Beber .

      É uma bem-sucedida rede de culinária árabe, com cinco pontos pela capital. O bacana é que a maioria dos itens do cardápio pode ser pedida em meia-porção, assim dá para provar um pouco de tudo. É difícil não começar com o trio de pastas (R$ 24,00 a meia; R$ 48,00 a inteira), com homus, babaganuche e coalhada seca. O clássico quibe cru (R$ 23,00 ou R$ 45,00) tem uma versão incrementada que leva carne moída refogada mais cebo- la crua e cebolinha picadinhas por cima.n Custa R$ 49,00 (tamanho único).

      Arnaldo Lorençato e Saulo Yassuda

    • 2018 - Participante

      Restaurantes Árabes Comer & Beber .

      Dos mesmos proprietários do Manish, é uma das redes árabes de maior sucesso na capital. São oferecidas saborosas receitas, como o homus com tiras de filé-mignon bem temperadinho com cebola, tomate e páprica picante (R$ 47,00). Com agradável sabor defumado, o robalo grelhado em lascas vem na panelinha junto de batata cozida, tahine e cebola dourada no azeite (R$ 55,00). (Informações checadas entre julho e setembro de 2018).

      Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

    • 2017 - Participante

      Restaurantes Árabes Comer & Beber .

      A rede de cozinha libanesa se divide em três unidades. Neste ano, ficou um pouco mais barato comer nelas. Boa parte das receitas passou a ser acompanhada de pães árabe ou saj, de massa finíssima e assados na chapa — antes, eles eram pagos à parte. Também ajuda a baratear a conta o fato de muitos dos itens do menu agora poderem ser pedidos em meia-porção. É o caso do quibe cru (R$ 22,00) e do novo homus colorido de beterraba, sutilmente adocicado (R$ 17,00). (Preços checados em setembro/outubro de 2017.)

      Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

    • 2016 - Participante

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      De tão informal, a matriz, na Vila Madalena, tem até uma mesa baixa com almofadas para reunir os amigos. Em todas as três casas da rede, há boas pedidas como as esfihas fechadas de carne (R$ 7,00). Também vai bem para abrir o apetite o quarteto de pastas babaganuche, homus, coalhada seca e muhamara (R$ 33,00). Sem carne na receita, o charuto de couve leva arroz, grão-de-bico e tomate (R$ 34,00 a porção). Ainda na linha vegetariana, o quibe de abóbora ganha a parceria de palmito pupunha em fios que lembra o espaguete (R$ 40,00). (Preços checados em setembro/outubro de 2016.)

      Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

    • 2015 - Participante

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      Na primeira unidade, na Vila Madalena, a cozinha bem pequena quase não dá conta de atender a todos os pedidos do salão sempre lotado. O que fazer, então, para enganar a fome se topar com uma espera de uma hora num sábado de sol? Pegar um pacote de castanha-de-caju graúda (R$ 14,70) oferecido no microempório da lateral e pedir uma caipirinha de abacaxi (R$ 15,60). Quando fnalmente conseguir um lugar, não há espaço para errar. Tanto as pedidas frias, como a salada com queijo de cabra e pistache (R$ 43,80), quanto as quentes, a exemplo do quibe grelhado (R$ 37,90) e do faláfel com molho de gergelim servido numa jarrinha à parte (R$ 32,70), vão bem. Só não vale pular as entradas. A esfiha fechada de ricota bem úmida (R$ 6,60), a esticadinha de zátar de massa bem crocante (R$ 5,50) e os pães assados na casa (R$ 13,80) para acompanhar o trio de pastas (R$ 31,80) são uma delícia. Sobremesa inevitável, o chocolamour (R$ 21,90) leva na pequena taça uma quantidade impressionante de sorvete, calda de chocolate, farofa doce e chantili. (Preços checados em setembro/outubro de 2015).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2014 - Indicado

      Restaurantes restaurateur Comer & Beber .

      Foi um ano intenso para a rede que começou com apenas uma casa na Vila Madalena. Depois da unidade no Jardim Paulistano, em funcionamento desde junho de 2012, vieram no começo deste ano uma loja grande no MorumbiShopping, para 120 pessoas, e outra bem espremida na Consolação, com apenas 45 lugares, uma expansão capitaneada por Paulo Abbud Filho e seus sócios. Para sacudir ainda mais o negócio, um dos donos, o chef Renato Lopes, deixou o grupo em março para se fixar apenas no Manish, outro árabe de qualidade no Itaim. Tanto a cozinha quanto o movimento intenso continuaram firmes. Quando o saboroso trio de pastas composto de coalhada, homus e babaganuche (R$ 28,90) chega à mesa, dá vontade de parar nas entradas, beliscando duas variedades de pão fininho assadas lá mesmo (R$ 11,90). Mas vale seguir a refeição com charuto de folha de uva recheado de arroz e carne moída (R$ 29,90). Mais caros, os combinados são bem fartos, indicados para quem dispensou as entradas. A opção de quibe assado na brasa com tabule e arroz com lentilha custa R$ 42,60. Para a sobremesa, chocolamour (R$ 19,90). (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2014 - Participante

      Restaurantes bom e barato Comer & Beber .

      Foi um ano intenso para a rede que começou com apenas uma casa na Vila Madalena. Depois da unidade no Jardim Paulistano, em funcionamento desde junho de 2012, vieram no começo deste ano uma loja grande no MorumbiShopping, para 120 pessoas, e outra bem espremida na Consolação, com apenas 45 lugares, uma expansão capitaneada por Paulo Abbud Filho e seus sócios. Para sacudir ainda mais o negócio, um dos donos, o chef Renato Lopes, deixou o grupo em março para se fixar apenas no Manish, outro árabe de qualidade no Itaim. Tanto a cozinha quanto o movimento intenso continuaram firmes. Quando o saboroso trio de pastas composto de coalhada, homus e babaganuche (R$ 28,90) chega à mesa, dá vontade de parar nas entradas, beliscando duas variedades de pão fininho assadas lá mesmo (R$ 11,90). Mas vale seguir a refeição com charuto de folha de uva recheado de arroz e carne moída (R$ 29,90). Mais caros, os combinados são bem fartos, indicados para quem dispensou as entradas. A opção de quibe assado na brasa com tabule e arroz com lentilha custa R$ 42,60. Para a sobremesa, chocolamour (R$ 19,90). (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2013 - Participante

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      Da dupla de casas, a matriz da Vila Madalena continua a melhor, com resultados superiores na cozinha. Não é de estranhar que esteja sempre lotada pelo binômio: bons pratos, bons preços. Nos dois endereços, comece pelo pão assado na hora na chapa convexa chamada saj e oferecido em uma cesta com quatro unidades (R$ 11,80). Serve de base para o caprichado trio de pastas (R$ 23,90). O homus (R$ 20,00) ganha uma versão especial acompanhada de linguiça síria. Fica uma delícia. Também vai muito bem o lombo de cordeiro grelhado (R$ 49,90), feito com carne de primeira, tenra e livre de gordura. Do trio de charutinhos do cardápio (R$ 25,30), há uma tentadora versão vegetariana de couve recheada de arroz e grão-de- bico. O manjar branco, conhecido como malabie, vem com calda de damasco e custa R$ 12,70. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2012 - Participante

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      Não por acaso, vive lotado. O motivo? Oferece comida de qualidade a preços bem razoáveis. Para começar, um trio de pastas feito com esmero. Para montá-lo, escolhe-se entre homus, babaganuche, coalhada seca e uma ótima muhamara, a pasta de pimentão vermelho e nozes. De companhia, peça os pães assados na hora. Vale experimentar também a esfiha aberta de coalhada, de sabor inesquecível. Da lista de pratos principais, opte pela abobrinha recheada mergulhada em molho de tomate ou pelo pintado ao molho taratur. Arremata a refeição o malabie coberto por calda de damasco. Em junho, inaugurou uma nova unidade onde antes funcionava o contemporâneo Fillipa, do chef Renato Lopes, que se tornou sócio das duas casas. Repete-se ali o atraente cardápio da matriz. Os proprietários receberam uma indicação para restaurateurs do ano.

      Veja SP

    • 2011 - Indicado

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      O representante árabe, ganhador de um voto do júri nesta edição, tem como atração os pães feitos na hora do pedido. Assados na chapa metálica convexa saj, que dá nome à casa, chegam à mesa aromáticos e tentadores. Não há como resistir à versão folha polvilhada de zátar e azeite, assim como ao macio pão sírio. Para acompanhá-los, peça o trio de pastas, escolhido entre homus, babaganuche, coalhada seca e a muhamara, de longe a melhor do quarteto. Individualmente há esse creme de pimentão vermelho e nozes. Outra sugestão, a linguiça síria chega crocante por fora. Não falta também o chich barak, capelete árabe servido na coalhada. Com apenas rótulos das importadoras Mistral-Vinci, a limitada carta de vinhos inclui o La Posta Bonarda 2008. Como costuma lotar todos os dias, chegue cedo para não amargar na fila de espera.

      Veja SP

    • 2010 - Participante

      Restaurantes bom e barato Comer & Beber .

      Estabelecimento faz parte da edição Comer & Beber 2010/2011

      Veja SP

    • 2009 - Vencedor

      Restaurantes Comer & Beber .

      Atento aos ensinamentos que recebeu do pai, dono do Farabbud, em Moema, Paulo Abbud Filho abriu um agradável endereço libanês no fim do ano passado, em parceria com Ricardo Castanho Pinho. Com apenas nove meses, o restaurante é eleito por VEJA SÃO PAULO o bom e barato. Para se diferenciar da casa paterna, escolheu os pães árabes como atração. Em especial, assa na hora o pão folha em uma chapa metálica convexa aquecida a gás e chamada de saj. Fica muito melhor na versão temperada de zátar e azeite e combina perfeitamente com o trio de pastas, que reúne homus e babaganuche de primeira e uma coalhada seca de acentuada acidez. Também saem do forno pouco depois de ser pedidas as esfihas aberta de carne, fechada de escarola e passas e a esticadinha fina de zátar. Entre os pratos principais, agradam o michui (combinação de espetos de filé-mignon em cubos e cafta de capa de filé) e a ótima chacrie, uma composição de fraldinha em cubos cozida em coalhada fresca numa profusão de temperos, guarnecida de arroz misturado a capellini. Na sobremesa, o chocolamour segue a receita original do Bambi, dos tios de Paulo, que voltou a funcionar no Itaim. É uma taça de sorvete de chocolate com calda de chocolate quente, farofa doce e chantilly. Ainda que reduzida, a carta de vinhos traz escolhas como o branco chileno Gran Hacienda Sauvignon Blanc 2009.

      Veja SP

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