Original (Desde 1996)

Tipos de Bares: Chope e cerveja
VejaSP
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Endereço: Rua Graúna, 137 - Moema - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 50939486
Horário:
segunda-feira
17:00 - 01:00
terça-feira
17:00 - 01:00
quarta-feira
17:00 - 02:00
quinta-feira
17:00 - 02:00
sexta-feira
12:00 - 02:00
sábado
12:00 - 02:00
domingo
12:00 - 19:00
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Informações adicionais

Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (120), Levar vinhos (permite) (R$ 45,00)

Resenha por Saulo Yassuda e Gabrielli Menezes

Se você é fã do chope amarelinho, aquele fácil de encontrar em esquinas boêmias, o lugar é aqui. Geladinha, a bebida da Brahma é servida há 23 anos com um respeitável colarinho alto e cremoso (R$ 9,20, 240 mililitros), padrão adotado nas outras casas da Cia. Tradicional de Comércio, como o Pirajá e a Bráz. Uma pena os garçons depositarem os copos em sua mesa mesmo sem você ter pedido. A porção de fígado acebolado com batata chips (R$ 33,00) pode trazer o miúdo bovino saboroso, mas cortado de forma irregular e cozido demais. Inspirado no famoso petisco do boteco carioca Bracarense, o braca é um bom bolinho de massa de mandioquinha e recheio de camarão (R$ 37,00, seis unidades). No piso superior funciona o Câmara Fria, um bar para tomar chopes especiais, a maioria da marca Wäls, e comer boas pizzas.

Informações checadas entre agosto e outubro de 2019.

    Comer e beber

    • 2019 - Participante

      Bares – Chope & Cerveja Comer & Beber .

      Se você é fã do chope amarelinho, aquele fácil de encontrar em esquinas boêmias, o lugar é aqui. Geladinha, a bebida da Brahma é servida há 23 anos com um respeitável colarinho alto e cremoso (R$ 9,20, 240 mililitros), padrão adotado nas outras casas da Cia. Tradicional de Comércio, como o Pirajá e a Bráz. Uma pena os garçons depositarem os copos em sua mesa mesmo sem você ter pedido. A porção de fígado acebolado com batata chips (R$ 33,00) pode trazer o miúdo bovino saboroso, mas cortado de forma irregular e cozido demais. Inspirado no famoso petisco do boteco carioca Bracarense, o braca é um bom bolinho de massa de mandioquinha e recheio de camarão (R$ 37,00, seis unidades). No piso superior funciona o Câmara Fria, um bar para tomar chopes especiais, a maioria da marca Wäls, e comer boas pizzas.

      Saulo Yassuda e Gabrielli Menezes

    • 2018 - Indicado

      Petisco Comer & Beber .

      Quibe cru com carne bovina moída é um clássico paulistano. Agora, com linguiça, essa é uma sacada do Original. Na receita, o trigo hidratado é misturado ao embutido defumado produzido no Sul e mais conhecido por ser utilizado em canapés. O quibe, que custa R$ 36,00, chega à mesa bem moldado ao lado de hortelã, cebola e cebolinha mais coalhada seca regada a azeite, pão sírio e gomos de limão. Bem salgadinho, é aquele tipo de tira-gosto indicado para acompanhar um ou vários copos de chope (Brahma, R$ 8,90), bebida tratada com carinho nesse bar. (Informações checadas em setembro de 2018.)

      Saulo Yassuda e Gabrielli Menezes

    • 2017 - Participante

      Chope e cerveja Comer & Beber .

      Com ambiente de venda antiga, o primeiro bar fundado pela Cia. Tradicional de Comércio (do Astor, da Bráz, da Lanchonete da Cidade...) continua um templo do chope. Aquele amarelo, de colarinho cremoso, bem tirado, aqui da marca Brahma (R$ 8,30). Quem quiser dar uma variada na bebida poderá subir o lance de escada e conhecer o novo Câmara Fria. O caldo de feijão bem cremoso é servido na caneca com salsinha e bacon (R$ 13,00). Meio pesados, os bolinhos de batata lembram nhoques fritos e vêm junto de carne de panela (R$ 40,00). (Preços checados em setembro de 2017).

      Saulo Yassuda e Fábio Galib

    • 2016 - Participante

      Bares chope e cerveja Comer & Beber .

      Um dos grupos gastronômicos mais importantes do país, a Cia. Tradicional de Comércio abriu o primeiro negócio há exatos vinte anos em Moema. Nascia o Original, um bar que homenageia diversos endereços boêmios da capital e foi muito copiado por aí. É famoso pelo ótimo chopinho Brahma (R$7,90), tirado com os regulamentares três dedos de colarinho cremoso. Na hora de comer, peça o sanduba de pernil desfiado no pão macio de mandioquinha com cebola, pimentão, queijo provolone e um ovo de gema mole (R$ 32,00). Uma saladinha de repolho e um montão de batatas chips são os acompanhamentos. (Preços checados em setembro/outubro de 2016.)

      Fábio Galib e Saulo Yassuda

    • 2015 -

      Bares chope e cerveja Comer & Beber .

      O endereço, que construiu sua boa fama pelo ótimo chope Brahma (R$ 7,40), de colarinho alto e suuuper cremoso, está tentando emplacar uma outra pedida-fetiche: a coxinha. Neste ano, fez um concurso como público “coxólatra” e lançou novas versões do salgado. São exemplos a de buraco quente (R$ 10,00 o par), recheada de carne moída ao molho e queijo, e a de costelinha suína (o mesmo preço), com o corte desfiado e couve na massa de batata. Apenas nos fins de semana, faz um molhadinho e saboroso arroz de rabada (R$ 41,00). Garantem o frescor da receita folhas de agrião rasgadase dispostas sobre o prato mais tomatinhos e ovos de codorna. (Preços checados em setembro/outubro de 2015).

      Saulo Yassuda

    • 2014 - Participante

      Bares chope e cerveja Comer & Beber .

      Trata-se do primeiro endereço aberto pela Cia. Tradicional de Comércio, que nos anos seguintes usou a expertise adquirida para montar outras casas de sucesso, como Pirajá, Astor, a pizzaria Bráz.... Na ambientação figuram fotos que fazem referência ao futebol, azulejos nas paredes, luminárias antigas e chão de ladrilho hidráulico. O bom boêmio paulistano já viu muitos espaços parecidos por aí, e tudo isso é culpa do Original, que lançou a moda dos botecos nostálgicos na cidade. Um dos motivos de sucesso? O excelente chope Brahma (R$ 6,50), eleito oito vezes o melhor da cidade pelo especial “Comer & Beber”. Gelado, vem com gás na medida e colarinho para lá de cremoso. Desde o ano passado, esse “loiro” divide as atenções com o “ruivo” Bohemia Royale (R$ 8,60), de fundo tostado e levemente adocicado. Os petiscos continuam uma perdição. A coxinha recheada de rabada pode aparecer sozinha (R$ 8,00) ou numa porção (R$ 21,00) ao lado das versões de bobó de camarão, joelho de porco e frango com catupiry. Outra porção merecedora de elogios é a de costelinhas de porco à passarinho (R$ 28,00), que ficam ótimas com gotinhas de limão. (Preços checados em setembro/outubro de 2014.)

      Saulo Yassuda

    • 2013 - Participante

      Bares botecos Comer & Beber .

      Entre os botecos arrumadinhos, este tem caricaturas de antigos clientes e fotos do mundo do futebol pendurados nas paredes. No fundo do salão é possível ver a cozinha e o chef em ação. Eleita oito vezes por tirar o melhor chope da cidade pelo “Comer & Beber”, a casa mantém a tradição e expertise na chopeira. Impecável, a bebida chega cremosa, leve e geladíssima (R$ 6,20, Brahma). As caipirinhas também são muito benfeitas: peça a la playa (R$ 21,50), que leva caju, limão e tangerina. Para petiscar, o bolinho botaggallo (R$ 20,00, seis unidades), feito com massa de calabresa e ovinhos de codorna, é uma feliz combinação. A porção de coxinha mista (R$ 20,00, cinco unidades) apresenta as versões rabada com agrião, bobó de camrão, joelho de porco com pimenta-biquinho e a tradicional frango com catupiry. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Luiz Henrique Ligabue e Marcelo Cobra

    • 2012 - Indicado

      Bares botecos Comer & Beber .

      Endereço emblemático por ter inaugurado a série dos botecos chiques paulistanos, a casa construiu sua fama pelo cuidado dedicado ao chope, premiado por oito vezes o número 1 da cidade pela edição especial “Comer & Beber”. A bebida chega à mesa sempre como deve: bem gelada, com gás na medida e coberta por um creme uniforme e duradouro. No cardápio, não faltam calóricas tentações para acompanhar, a exemplo dos canapés de filé à milanesa com queijo prato derretido e do pacaembu, que consiste em um pedaço de salsicha viena enrolada em massa de pastel frita. Aos sábados e domingos, serve pratos como o arroz de rabada.

      Veja SP

    • 2012 - Indicado

      Bares bolinho Comer & Beber .

      Endereço emblemático por ter inaugurado a série dos botecos chiques paulistanos, a casa construiu sua fama pelo cuidado dedicado ao chope, premiado por oito vezes o número 1 da cidade pela edição especial “Comer & Beber”. A bebida chega à mesa sempre como deve: bem gelada, com gás na medida e coberta por um creme uniforme e duradouro. No cardápio, não faltam calóricas tentações para acompanhar, a exemplo dos canapés de filé à milanesa com queijo prato derretido e do pacaembu, que consiste em um pedaço de salsicha viena enrolada em massa de pastel frita. Aos sábados e domingos, serve pratos como o arroz de rabada.

      Veja SP

    • 2011 - Indicado

      Bares Comer & Beber .

      Surgido em 1996, tornou-se um endereço emblemático da cidade por ter dado origem à família dos botecos chiques. Depois de sua abertura, muitos lugares copiaram o ambiente com piso de ladrilho hidráulico, azulejos nas paredes e decoração com fotos antigas e caricaturas. Coroado por um denso e duradouro creme, o primoroso chope (Brahma) — colhido de duas máquinas quarentonas — já foi oito vezes eleito o melhor da cidade pelo júri de VEJA SÃO PAULO. Entre as delícias para acompanhar a bebida estão os canapés de filé à milanesa com queijo prato derretido e o cremoso bolinho xodó, com massa de mandioquinha e recheio de linguiça calabresa moída ligeiramente picante.

      Veja SP

    • 2010 - Indicado

      Bares botecos Comer & Beber .

      Aberto em 1996, o endereço que deu origem a toda uma série de botecos chiques tornou-se um templo paulistano do chope. Tirada de duas máquinas quarentonas, a bebida da Brahma servida ali já foi oito vezes eleita a melhor da cidade pelo júri de VEJA SÃO PAULO. Apresenta temperatura perfeita e gás na medida. Vem coroada por um colarinho uniforme, largo e cremoso. É praticamente impossível parar no primeiro copo. No cardápio, não faltam tentações para acompanhar, a exemplo do filé à parmigiana cortado para aperitivo e do delicioso sanduíche buraco quente (pão francês sem miolo recheado de carne moída misturada com molho de tomate, catupiry e mussarela de búfala).

      Veja SP

    • 2009 - Vencedor

      Bares chope e cerveja Comer & Beber .

      É raro ver alguém bebericando uma caipirinha, uma taça de vinho ou uma dose de uísque. Quem vai ao Original dificilmente consegue resistir ao magnífico chope. Aberta em 1996 e ponta de lança da onda de botecos chiques que tomou a cidade, a casa tornou-se um templo paulistano da bebida. Pela oitava vez (a sexta consecutiva), vence a concorrência. Para alcançar tal excelência, uma série de procedimentos é seguida à risca. Os funcionários, por exemplo, são orientados a balançar o mínimo possível os barris ao levá-los até a câmara fria. A bebida descansa ali por pelo menos 24 horas antes de ser engatada nas duas máquinas quarentonas -- uma delas herança do Joan Sehn, a choperia decana da cidade. Aí, entra em ação o tirador Silvano Caires. Primeiro, ele extrai o líquido, que passa por um pré-resfriador e uma caixa de gelo no trajeto até a torneira. Com uma espátula, retira a espuma residual com bolhas e, em seguida, dá o acabamento. Do outro bico, calibrado com mais pressão, preenche a caldeireta com um sublime, largo e espesso creme. Todo esse esforço dá resultado. Segundo os proprietários, em treze anos de funcionamento já foram consumidos ali mais de 6 milhões de copos de chope (Brahma).

      Veja SP

    • 2008 - Vencedor

      Bares chope e cerveja Comer & Beber .

      Em linhas gerais, a qualidade do chope servido na cidade melhorou sensivelmente nos últimos anos. Cada vez mais as casas se empenham em oferecer essa bebida fresca, não pasteurizada e cujo prazo de validade do barril fechado é de apenas dez dias. Mesmo assim, encontram-se por aí muitas barbeiragens, como colarinhos minguados, sistemas de refrigeração ineficazes e copos que fazem longos passeios na bandeja antes de chegar à mesa. No Original, em Moema, nada disso ocorre. Heptacampeão da categoria – a quinta consecutiva – , o bar da Rua Graúna tem um padrão de excelência incomum nessa arte. Os cuidados começam longe dos olhos dos clientes. Tão logo são entregues, os barris seguem para uma câmara fria. Repousam ali, a 7 graus, por no mínimo 24 horas. Depois de engatado na chopeira, o líquido atravessa a serpentina, um pré-resfriador e uma caixa de gelo antes de alcançar a torneira. Aí, cabe ao tirador Silvano Caires a tarefa de cobri-lo com um creme liso, uniforme, duradouro e de milimétricos três dedos de altura. Neste ano, foi lançada uma versão maior: a caldeireta de meio litro, batizada de royal. E, acredite, nem assim o chope permanece por mais de alguns minutos na frente dos bons de copo.

      Veja SP

    • 2007 - Vencedor

      Bares chope e cerveja Comer & Beber .

      Lá vem ele na bandeja, trajando um garboso colarinho e sorrindo para o cliente. Impossível resistir. Assim é o chope do Original, eleito pela sexta vez – a quarta consecutiva – o melhor da cidade. Mas alcançar a perfeição nesse quesito requer muito mais cuidados do que se imagina. No concorrido bar de Moema, o processo é minucioso e cheio de etapas. Começa com a chegada dos barris da Brahma, logo encaminhados para uma câmara fria calibrada em 5 graus. Ali, descansam por no mínimo 24 horas, procedimento que confere leveza à bebida. Ao ser engatado nas duas chopeiras – uma delas adquirida do histórico Joan Sehn –, o líquido percorre um considerável caminho até desembocar no copo. Corre em ziguezague pela serpentina, passa por um pré-resfriador e uma caixa de gelo antes de atingir a torneira, a cerca de 1,5 grau. E não acabou. Ainda falta o nobre arremate. De outro bico, conectado a um cilindro de nitrogênio, desce um creme com notável densidade de musse. Prontinho. Agora ele já pode ir para a bandeja sorrindo.

      Veja SP

    • 2006 - Vencedor

      Bares chope e cerveja Comer & Beber .

      Do recebimento dos barris da Brahma até o primeiro gole do cliente, o boteco pentacampeão de Moema, que completou dez anos em agosto, respeita uma série de procedimentos. Os cuidados começam na entrega da bebida. Tão logo chega ao bar, ela é encaminhada para uma câmara fria, sob a recomendação de ser balançada o mínimo possível. Ali descansa por pelo menos 24 horas. O passo seguinte é o engate nas duas chopeiras quarentonas, uma delas ex-Joan Sehn, a mais antiga casa do gênero da cidade. O líquido atravessa então um pré-resfriador e uma caixa de gelo, que fazem sua temperatura descer de 5 para 1,5 grau, até finalmente alcançar a torneira. Por último, vem o sensacional acabamento. Um segundo bico, calibrado com mais pressão e conectado a um cilindro de nitrogênio, coroa o chope com um creme delicioso e irresistível feito musse.

      Veja SP

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