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Indicado ao Oscar 2026: confira 4 filmes imperdíveis de Kleber Mendonça Filho

Conheça os longa-metragens lançados pelo pernambucano

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 mar 2026, 14h10 • Atualizado em 13 mar 2026, 10h10
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 (Christian Gaul/Veja SP)
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  • Com O Agente Secreto (2025) concorrendo em quatro categorias do Oscar 2026, o diretor pernambucano Kleber Mendonça Filho pode trazer para o Brasil as estatuetas de Melhor Filme e Melhor Filme Internacional. Essa seria a terceira vitória brasileira na premiação, antes conquistada por Walter Sales, com Ainda Estou Aqui (2024), e a diretora de arte ítalo-brasileira Luciana Arrighi, por Retorno a Howards End (1993).

    O recifense cursou jornalismo na Universidade Federal de Pernambuco em 1990 e passou anos atuando como programador e crítico para o Jornal do Comércio e as revistas Continente e Cinética. Em 1998, virou coordenador de cinema da Fundação Joaquim Nabuco, onde trabalhou por dezoito anos, até 2016, quando assumiu a programação do Instituto Moreira Salles (IMS).

    A carreira de cineasta deslanchou a partir dos anos 2000, quando curtas como Vinil Verde (2004) e Recife Frio (2009) e o longa documental Crítico (2008) chamaram a atenção da crítica Brasil afora.

    Atualmente, o diretor possui vários prêmios no currículo por seus longas, como o Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileira e o Prêmio Condor de Prata, concedido pela Associação Argentina de Críticos de Cinema. Confira abaixo uma lista de filmes para conhecer o trabalho do brasileiro a fundo. 

    O Som ao Redor (2012)

    O Som ao Redor
    (Divulgação)
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    Disponível no Telecine e na Netflix, o longa traz um grupo de vizinhos de uma rua de classe média da zona sul do Recife que decide contratar uma empresa de segurança privada para proteger o edifício que moram. Porém, a presença dos vigias aumenta as tensões no local. O filme é protagonizado por Maeve Jinkings, Irandhir Santos, Gustavo Jahn e Irma Brown.

    Aquarius (2016)

    Um marco na cinematografia do diretor: 'Aquarius', com Sonia Braga
    Um marco na cinematografia do diretor: ‘Aquarius’, com Sonia Braga (CinemaScópio/Divulgação)

    O filme mistura drama e suspense em uma narrativa sobre a viúva Clara (Sônia Braga) que mora sozinha em um edifício na Boa Viagem, no Recife, enquanto uma construtora tenta comprar o local a todo custo. A história acompanha as relações afetivas e familiares da mulher em dois momentos da vida dela. A produção circulou por várias premiações ao longo do ano de estreia, sendo indicado à Palma de Ouro do Festival de Cannes. É possível ver o longa na Netflix , no Globoplay e na Apple TV.

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    Bacurau (2019)

    A imagem mostra uma cena de Bacurau, com Sonia Braga e Silvero Pereira em frente à várias pessoas. Elas duas estão com expressões sérias.
    (Divulgação/Divulgação)

    Um dos filmes mais aclamados do diretor, foi uma das melhores estreias de 2019. Com Sônia Braga, Thomas Aquino, Bárbara Colen, Silvero Pereira, Karine Teles e Lia de Itamaracá no elenco, a obra traz um clima de suspense e ambiência rural futurista. Conta a história do fictício povoado de Bacurau, no sertão pernambucano, que tem problemas de abastecimento de água, quando um grupo de americanos misterioso desembarca de forma inesperada. A produção ganhou o Prêmio do Júri do Festival de Cannes e chegou a ser cogitado para entrar na lista de indicações do Oscar.

    Retratos Fantasmas (2023)

    Fachada do cinema São Luiz, em Recife: personagem do filme
    Fachada do cinema São Luiz, em Recife: personagem do filme (João Carlos Lacerda/Divulgação/Divulgação)
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    O documentário mostra a cena cultural dos cinemas do centro de Recife durante o século XX, desde quando se tornaram espaço de lazer e convívio entre os moradores da cidade até o declínio da região central, com a verticalização da cidade e as transformações da paisagem urbana. O filme mistura a história do próprio diretor com a das antigas salas de exibição e utiliza um vasto material de arquivo.

     

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