Clique e assine por apenas 6,90/mês

Como “produzir” novas praças

Habitualmente ligado ao mundo do "luxo", o arquiteto Arthur Casas fala de seus novos projetos para a cidade

Por Raul Juste Lores - Atualizado em 29 out 2019, 00h11 - Publicado em 29 out 2019, 00h10

Autor do Hotel Emiliano, do interior do Shopping Cidade Jardim, do pavilhão do Brasil na Feira Universal de Milão, habitualmente ligado ao mundo do “luxo”, o arquiteto Arthur Casas fala no podcast #SPsonha de seus projetos para praças da cidade. Depois de se decepcionar com projetos entregues para o poder público (praça da Sé, largos no Pelourinho, em Salvador) que insistem em não sair do papel, o arquiteto sugere que novos empreendimentos imobiliários juntem forças para melhorar o entorno, sem depender do orçamento estatal.

“Há várias ruas da cidade ganhando prédios um do lado do outro, que não conversam. Cada um com um jardinzinho. E se os incorporadores conversassem e pensassem em investimentos conjuntos? É um ganha-ganha, valoriza o imóvel deles”, afirmou Casas ao redator-chefe da Vejinha Raul Juste Lores. Ele ainda fala do desafio de uma praça que está projetando entre o colégio Avenues, um condomínio fechado e uma favela, na Cidade Jardim, de como as lições da urbanista Jane Jacobs são atuais, e dos problemas que vê na avenida Rebouças, no Pacaembu e na rua Amauri.

Publicidade