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Publicitária faz em casa pães dignos de boas padocas

Depois dos 50 anos e de uma vida dedicada a outra profissão, Claudia Rezende investiu tempo e dinheiro no seu “plano B”: o Zestzing

Por Gabrielli Menezes 2 ago 2019, 07h00

Na VEJA SÃO PAULO desta semana, contamos as histórias de sete profissionais que se dedicam a preparar pães artesanais usando a força da fermentação natural. Conheça Claudia Rezende, a publicitária dona da Zestzing, que faz ótimos croissants por encomenda.

Depois dos 50 anos e de uma vida dedicada ao mercado publicitário, Claudia Rezende investiu tempo e dinheiro no seu “plano B”: o Zestzing. Fez o curso de cozinheiro-chef no Senac, de mestre-padeiro na Levain Escola de Panificação, comandada por Rogério Shimura, e de viennoiserie na reconhecida Lenôtre, na França.

Também estudou fermentação natural nos Estados Unidos, no San Francisco Baking Institute. Como se não bastasse, visita o Chile de tempos em tempos para workshops do experiente Didier Rosada.

Ela põe esse conhecimento em prática na copa do apartamento, onde a mesa e as cadeiras deram lugar ao forno de lastro, à masseira e à fermentadora. “Embora minha produção ainda seja dentro de casa, os equipamentos são profissionais.”

Os clientes recebem semanalmente as fornadas da semana via WhatsApp. Vez ou outra aparece na lista o pão de avelãs tostadas e carameladas (16 reais), com a aparência de uma ciabatta.

Felizmente, o ótimo croissant (8 reais) entra na lista com mais frequência. Para garantir a estrutura do folhado e o gosto de manteiga, são necessários três dias de paciência e de mão na massa. Os pedidos podem ser retirados na Rua Bela Cintra ou entregues em domicílio por um valor extra.

Zestzing. Encomendas pelo WhatsApp 97575-4590.

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