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Festival Dupla de Três tem shows inéditos e gratuitos em São Paulo

Confira a entrevista com a jornalista Fabiane Pereira, idealizadora do evento que estreia na capital paulista a partir desta quinta-feira (18)

Por Tomás Novaes
17 set 2025, 12h08 • Atualizado em 18 set 2025, 10h36
Mahmundi, Letrux e Cícero: show no Festival Dupla de Três
Mahmundi, Letrux e Cícero: show no Festival Dupla de Três (Roma Joana/Julia Rodrigues/Elisa Maciel/Divulgação)
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  • Imagine uma experiência oposta a um megafestival com ingressos caros e a música dividindo o foco com ativações de marcas. Seria algo como o Festival Dupla de Três, que leva apresentações inéditas, gratuitas e intimistas para a Caixa Cultural entre quinta-feira (18) e domingo (21).

    A ideia do evento, que já passou pelo Rio de Janeiro e tem curadoria da jornalista e apresentadora Fabiane Pereira, é simples: em cada noite, dois artistas da “nova” geração convidam ao palco um nome consagrado.

    Na quinta-feira (18), Marcelo Jeneci e Tiê recebem Joyce Moreno; na sexta (19), com lógica um pouco diferente, juntando três artistas com carreiras mais conectadas, serão Mahmundi, Cícero e Letrux; no sábado (20), Juliana Linhares e Vanessa Moreno convidam João Cavalcanti; e, no domingo (21), Suricato e Ana Cañas com Zé Renato.

    Não tem banda para acompanhar: três vozes ou instrumentos em diálogo, à vera. Os ingressos são distribuídos uma hora antes de cada show. Livre. Caixa Cultural. Praça da Sé, 111, ☎ 3321-4400. Qui. (18) a sáb. (20), 19h. Dom. (21), 18h. Grátis.

    A jornalista Fabiane Pereira: idealizadora do Festival Dupla de Três
    A jornalista Fabiane Pereira: idealizadora do Festival Dupla de Três (Jorge Bispo/Divulgação)
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    3 perguntas para Fabiane Pereira

    Como nasceu o Dupla de Três?

    Tenho visto as curadorias dos festivais e, com raras exceções, todos parecem fazer as mesmas coisas. E percebi que muitos nomes estão ficando esquecidos, como Zé Renato, Joyce Moreno. Por que não os juntar com artistas “novos”?

    Como foi pensada a curadoria?

    Todos que convidei aceitaram de primeira. Procurei juntar pessoas que nunca se apresentaram juntas, a ideia foi mostrar que curadoria pode ser diferente, com belíssimos espetáculos de nomes que não estão no grande circuito.

    E os repertórios?

    Eles ficaram muito à vontade. Confesso que dei palpites — sugeri de Mahmundi, Cícero e Letrux tocarem Último Romance, dos Los Hermanos. Tudo foi costurado muito no afeto.

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    Publicado em VEJA São Paulo de 19 de setembro de 2025, edição nº 2962

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