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‘O Clube da Meia-Noite’ mescla terror e magia em narrativa teen

Do mesmo criador de A Maldição da Residência Hill e Missa da Meia-Noite, série da Netflix também aborda vida além da morte

Por Barbara Demerov
21 out 2022, 06h00

✪✪✪ No mês das Bruxas, enquanto Halloween Ends faz sucesso nas bilheterias do cinema, a série O Clube da Meia-Noite se encontra no Top 10 da Netflix. Adaptação do livro infantojuvenil homônimo de Christopher Pike, a trama é dirigida por Mike Flanagan.

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Ele, que é o mesmo criador de A Maldição da Residência Hill e Missa da Meia-Noite, já possui o terror como motor de suas histórias. O público cativo já dá o play pensando em fantasmas e outras assombrações. No entanto, sua mais recente colaboração para o streaming se distancia um pouco dos sustos a fim de mergulhar na feitiçaria.

Na trama, sete jovens com doenças terminais passam seus dias em um local remoto chamado Rotterdam Home. A casa é administrada por uma médica que esconde alguns segredos. Toda meia-noite, eles, que se tornam amigos rapidamente, se encontram na biblioteca para contar histórias de terror. Uma noite, decidem fazer um pacto: o primeiro que falecer será o responsável pela comunicação com os outros no Além.

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É claro que Flanagan não abre mão da atmosfera sombria — há mesmo algumas aparições esquisitas —, mas O Clube da Meia-Noite passa mais tempo abordando as trajetórias pessoais e sonhos de cada adolescente do que assustando o espectador. É interessante acompanhar os personagens dentro de seus próprios contos, que incluem até ficção científica.

O resultado, ao fim dos dez capítulos, chega a ser emocionante e se equilibra bem com todo o mistério envolvido. No elenco, estão Iman Benson, Igby Rigney, Ruth Codd, Anna Rah Cymone, William Chris Sumpter, Adia, Aya Furukawa e Sauriyan Sapkota, todos atores em ascensão.

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Publicado em VEJA São Paulo de 26 de outubro de 2022, edição nº 2812

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