Arte do encontro
A redatora-chefe, Alice Granato, escreve sobre a capa com Eduardo Saron, presidente da Fundação Itáu, entre outros destaques da edição
Para desenvolver a reportagem de capa da semana, que divido com a repórter Laura Pereira Lima e o fotógrafo Masao Goto Filho, passamos uma manhã na Fundação Itaú, com uma hora e meia de entrevista com o presidente, Eduardo Saron, e mais cerca de uma hora de ensaio fotográfico.
Foi um encontro muito proveitoso e agradável, no qual Saron traçou um panorama completo da atuação da fundação em suas três frentes e discursou sobre o nosso tempo, as questões que nos afetam, apresentando uma importante equação para o futuro com base em sua vasta experiência.
Falou da diversidade, não apenas como uma das mais importantes características do Brasil, mas também como pode ter um potencial econômico e ser grande aliada no enfrentamento de questões como a IA. Como entusiasta da amálgama brasileira, me deu uma forte esperança ouvir sobre isso. E ele foi além: “Essa é a hora do Brasil”.
Nas Amarelinhas, o editor-executivo Arnaldo Lorençato encontrou-se com o restaurateur Gero Fasano para uma conversa sobre seu novo livro, que traz frases e pensamentos de Gero, formatados com seus anos de experiência e humor cheio de ironia.
O colunista Humberto Abdo, por sua vez, foi ao encontro do artista e fotógrafo Felipe Morozini, que decorou várias empenas pela cidade com frases como “Eu sabia que você existia” e “Eu me vejo em você” e revela seu estilo de viver no centrão, em uma antiga cobertura na Avenida São João.
Embarcamos ainda com o editor-sênior Fabio Codeço em um cruzeiro pelo Mar Mediterrâneo que passou por quatro países. Na Mural SP, trazemos uma tela de um dos principais nomes do modernismo brasileiro, Djanira (1914-1979), que homenageia as festas juninas. E, em Consumo, produtos bem quentinhos para enfrentarmos o inverno com aconchego.
Boa leitura!
Publicado em VEJA São Paulo de 26 de junho de 2026, edição nº3001.





