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Por ômicron, prefeitura pode adiar liberação de uso de máscaras

Cidade seguiria calendário do estado, que prevê flexibilização a partir do dia 11 de dezembro

Por Redação VEJA São Paulo 29 nov 2021, 13h16

A identificação de uma nova cepa da Covid-19, a variante B.1.1.529, chamada de Ômicron, pode fazer com que a prefeitura de São Paulo adie a liberação do uso de máscaras em ambientes externos, medida prevista para o dia 11 de dezembro, de acordo com o calendário estadual.

A variante foi relatada à OMS (Organização Mundial da Saúde) pela África do Sul na última quarta-feira (24). Ela possui o maior número de mutações em cepas da Covid-19 até o momento, mas os cientistas ainda investigam quão transmissível e perigosa ela é. 

Neste domingo (28), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) identificou um caso positivo de Covid-19 em um passageiro brasileiro que passou pela África do Sul. Não há confirmação se o caso é da variante Ômicron.

O homem desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos no último sábado (27) e já está em isolamento residencial. O sequenciamento genético para a identificação da cepa do vírus está sendo feito pelo Instituto Adolfo Lutz e a previsão é de que a análise fique pronta em até 5 dias.

A prefeitura ainda aguarda o resultado de um estudo de monitoramento próprio para decidir a respeito da liberação do uso de máscaras, mas a expectativa era seguir o cronograma do governo estadual.

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Nesta segunda-feira (29), o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, considerou ser arriscado manter a previsão de liberação para as próximas semanas.

Um novo parecer sobre o assunto deve ser divulgado no dia 6 de dezembro, data prevista para a conclusão das análises feitas pela Secretaria Municipal da Saúde sobre a viabilidade dessa flexibilização.

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