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Marquise do Ibirapuera é totalmente interditada após decisão da Justiça

Associação de moradores afirma que estrutura coloca em risco frequentadores do parque

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 3 dez 2020, 20h50 - Publicado em 3 dez 2020, 20h45

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a interdição de toda a marquise do Parque Ibirapuera. A decisão liminar, do juiz Tiago Limongi, foi cumprida e o espaço encontra-se temporariamente inacessível ao público nesta quinta-feira (3).

O caso ocorre após uma ação civil da Associação dos Moradores do Jardim Lusitânia. A estrutura, que em 2017 teve parte do seu revestimento descolado do teto e quase acertou um frequentador, representa riscos aos visitantes, de acordo com a decisão.

A associação alega que a prefeitura teve negligência na conservação do espaço e pede respostas da gestão e a interdição do local enquanto o município, sob a gestão de Bruno Covas (PSDB), não prestar esclarecimentos e demonstrar como pretende conservar a marquise. Parte do local foi parcialmente interditado em fevereiro de 2019, após uma fiscalização detectar infiltrações e pontos de corrosão na armadura da estrutura.

O Ibirapuera foi concedido para a iniciativa privada. A marquise, no entanto, não faz parte dos equipamentos cuja conservação são de responsabilidade da concessionária Urbia. A última reforma da estrutura ocorreu entre 2010 e 2012.

Em nota, a prefeitura disse que vai cumprir a decisão judicial e vai apresentar os “esclarecimentos necessários e as providências adotadas no local”.

 

 

 

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