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Após três dias de volta às aulas, França fecha 22 escolas por Covid-19

Mesmo com a medida, ministro avaliou que retomada foi muito boa ao lembrar que país tem 60 000 centros de ensino

Por Redação VEJA São Paulo 4 set 2020, 11h59

Após três dias da volta às aulas, o ministro da educação da França, Jean-Michel Blanquer, anunciou o fechamento de 22 escolas no país por casos comprovados de contaminação por Covid-19.

Dessas escolas, 10 estão em território europeu e as outras 12 estão em território ultramarino, na Ilha da Reunião. Além desses colégios, aproximadamente 120 turmas foram fechadas.

Mesmo com os casos, Blanquer avaliou o retorno como muito bom. O ministro disse que as suspeitas estão mais ligadas a fatores externos às escolas, com as pessoas se infectando possivelmente antes de voltarem às aulas. Ele também destacou que o país possui um total de 60 000 centros de ensino e explicou que o fechamento ocorre quando são registradas mais de três pessoas contaminadas com o coronavírus.

Volta às aulas em São Paulo

De acordo com o plano feito pelo governo do estado, as aulas de reforço estão previstas para retornar no dia 8 de setembro para as cidades que estão há pelo menos 28 dias na fase amarela do Plano São Paulo, programa de flexibilização da quarentena no estado.

No entanto, entidades ligadas a docentes de São Paulo entraram com ação civil pública contra a medida. Na capital, o prefeito Bruno Covas já garantiu que as aulas não retornarão nesta data na capital. Os prefeitos de outros municípios como Santo André, Mauá, São Bernardo e Guarulhos já confirmaram que não haverá reabertura das escolas em setembro.

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