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Carta ao leitor: roteiro para tempos extraordinários

Confira o melhor da Vejinha para quem precisa ficar em casa

Por Raul Juste Lores Atualizado em 20 mar 2020, 19h15 - Publicado em 20 mar 2020, 10h09

A temporada de emergência sanitária requer um roteiro especial — é a proposta desta edição da Vejinha, que você tem em mãos, no papel ou no celular. Nosso time de repórteres e editores produziu uma rica programação para quem pode ficar em casa, naqueles horários em que você não estiver trabalhando em home office. Programas que podem ser desfrutados individualmente ou com a família, tanto a sanguínea quanto a afetiva, enquanto protegemos nossa saúde e a dos demais paulistanos.

Shows e peças foram cancelados, muitos cinemas estão fechados, então trazemos um vasto acervo do que você pode ouvir e ver na internet e nos serviços de streaming. Cansou das recomendações erradas que os algoritmos fazem e que tomam incontáveis minutos na Netflix? Aqui não temos robôs, verificamos tudo antes de recomendar.

  • Seus hábitos de bom gourmet, alimentados toda a semana pela Vejinha, estão sofrendo dentro de casa? Temos um listão de deliveries selecionados pelo melhor time de gastronomia da imprensa brasileira.

  • Já esgotou um arsenal de brincadeiras com as crianças? Tem conteúdo lúdico aqui para pequenos de diversas idades.

  • Hora também de pôr a leitura em dia com sugestões de livros. E de podcasts! Se você já ouve os podcasts da Vejinha, o #JornadaDaCalma (de bem-estar e meditação), o #SPSonha (de soluções para as cidades, de urbanismo e arquitetura) e o #Cozinha do Lorençato (em que nosso crítico conversa com os maiores chefs e restaurateurs), recomendamos outros também.

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    Se a ideia é aprender mais nessas horas em que você não vai estar no trânsito, temos ainda uma relação de bons cursos para fazer on-line, muitos daqueles que você sem- pre procrastinou.

  • Sofrendo por causa da viagem postergada ou cancelada? Nossa seção de Exposições deixa de falar de museus e galerias, corretamente fechados pelas autoridades competentes, para recomendar passeios virtuais por algumas das maiores coleções do mundo.

  • A seção A Tal Felicidade, que encerra nossas edições, agora vem maior, para compensar o momento de maior stress, em que vivemos em uma bolha, desta vez imposta.

  • Assim como o compromisso da Vejinha com seus leitores é ajudar a explorar esse universo chamado São Paulo, tentamos fazer uma edição animada e otimista, que ocupe o tempo dos agitados paulistanos em casa, longe de aglomerações. Um pequeno retiro criativo e protegido para superarmos quanto antes esse desafio que é de todos.

    Quando retornarmos à normalidade, nós da Vejinha voltaremos a recomendar muitas idas a restaurantes, barzinhos, teatros, cinemas, galerias, shows, pequenos comércios, baladas — setores que sofrerão muito com esta crise, que precisarão de apoio e frequência redobrados assim que reabrirem. Eles são o tempero e o ímã para a metrópole em que vivemos. Para defender o bom urbanismo, outra das missões da Vejinha, essas pequenas usinas de convívio urbano precisam se manter saudáveis e vibrantes.

    Raul Juste Lores é redator-chefe de Veja São Paulo e autor do livro São Paulo nas Alturas.

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