Exposição sobre o Egito: saiba como vai funcionar durante o Carnaval

Confira os horários da mostra que atraiu mais de 7 000 pessoas no dia da abertura

O Carnaval pode ter outro destino para os paulistanos que não querem ir para os bloquinhos. A exposição O Egito Antigo: Do Cotidiano à Eternidade, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), abre durante a folia em horários especiais. No sábado (22), domingo (23) e segunda (24), a visitação acontece das 9h às 17h, com emissão de ingressos exclusivamente na bilheteria. Na terça (25), o espaço estará fechado.

Na quarta (26), reabre ao público, das 12h às 21h. Para essa última data, pelo aplicativo e site do Eventim, os tíquetes estão esgotados, mas haverá venda na bilheteria no próprio dia.

O CCBB adverte contudo caso haja tumultos devido à passagem de bloquinhos pelas proximidade do prédio, o centro cultural pode fechar antes do previsto, como medida de segurança ao conjunto apresentado.

Montagem da seção Eternidade: o pós-mortem era algo muito complexo para os egípcios

Montagem da seção Eternidade: o pós-mortem era algo muito complexo para os egípcios (Alexandre Battibugli/Veja SP)

 

Trabalha para mim?As estatuetas que você vê acima nas cores branco, azul e preto são denominadas shabtis. Na hora em que fossem chamados para trabalhar para os deuses no momento de pós-vida, os mortos as acionariam e quem poria a mão na massa seriam elas. Difícil, não é?!

Trabalha para mim?As estatuetas que você vê acima nas cores branco, azul e preto são denominadas shabtis. Na hora em que fossem chamados para trabalhar para os deuses no momento de pós-vida, os mortos as acionariam e quem poria a mão na massa seriam elas. Difícil, não é?! (Selmy Yassuda/Divulgação)

 

Egito na Tela: Na primeira parte da mostra, há uma área dedicada ao cotidiano dessa civilização. Lá, os visitantes verão um vídeo introdutório dividido em dois telões. São apresentadas imagens do dia a dia às margens do Rio Nilo, de papiros e de templos.

Egito na Tela: Na primeira parte da mostra, há uma área dedicada ao cotidiano dessa civilização. Lá, os visitantes verão um vídeo introdutório dividido em dois telões. São apresentadas imagens do dia a dia às margens do Rio Nilo, de papiros e de templos. (Vicente Melo/Divulgação)

Com 140 peças, vindas do Museu Egípcio de Turim, O Egito Antigo: Do Cotidiano à Eternidade foi inaugurada em São Paulo na terça (19), quando recebeu mais de 7 000 pessoas. O número é expressivo, apesar da quantidade de ingressos disponibilizadas diariamente ser de 8 500 unidades. No Rio de Janeiro, parada anterior da mostra, o público esperou 2 horas em média na fila para ver estátuas, caixões e máscaras, pertencentes à mais antiga das civilizações já conhecida.

egito ccbb À Espera da Eternidade: A preparação para a vida após a morte era minuciosa. Em síntese, o corpo mumificado era colocado dentro de um caixão de madeira. Este à esquerda, do período entre os anos 946 e 712 a.C., ainda foi rebocado com gesso e pintado. Somente depois dessa etapa eram usados os sarcófagos, que são de pedra e podiam ter mais balangandãs, como estátuas. No Brasil, havia um caixão no Museu Nacional do Rio, presente que dom Pedro II ganhou em uma viagem ao Egito. O artefato foi destruído no incêndio de 2018.

À Espera da Eternidade: A preparação para a vida após a morte era minuciosa. Em síntese, o corpo mumificado era colocado dentro de um caixão de madeira. Este à esquerda, do período entre os anos 946 e 712 a.C., ainda foi rebocado com gesso e pintado. Somente depois dessa etapa eram usados os sarcófagos, que são de pedra e podiam ter mais balangandãs, como estátuas. No Brasil, havia um caixão no Museu Nacional do Rio, presente que dom Pedro II ganhou em uma viagem ao Egito. O artefato foi destruído no incêndio de 2018. (Museu Egizio/Divulgação)

 

Reprodução da tumba da rainha Nefertari: Egito made in Brasil

Reprodução da tumba da rainha Nefertari: Egito made in Brasil (Selmy Yassuda/Veja SP)

 

Faz de Conta: No térreo da exposição, haverá uma réplica da pirâmide de Gizé, com 6 metros de altura, produzida no Brasil. Sua superfície foi feita com tiras de isopor, pintadas com a mesma cor das construções egípcias. Lá dentro, haverá brincadeiras virtuais que permitirão a transformação dos visitantes em múmias.

Faz de Conta: No térreo da exposição, haverá uma réplica da pirâmide de Gizé, com 6 metros de altura, produzida no Brasil. Sua superfície foi feita com tiras de isopor, pintadas com a mesma cor das construções egípcias. Lá dentro, haverá brincadeiras virtuais que permitirão a transformação dos visitantes em múmias. (Selmy Yassuda/Veja SP)

A mostra é composta por três eixos: cotidiano, religião e eternidade. No primeiro núcleo, se destacam um colher ornamentada e uma espécie de tábua, usada para fazer cosméticos. No segundo, é possível ver a estátua da deusa Sekhmet, com dois metros de altura. Na última parada do circuito, estão a tumba de Nefertari, caixões de madeira e a múmia Tararo, que viveu no período de 700 anos A.C.

 

CCBB. Rua Álvares Penteado,112, Centro, 3113-3651. Horário regular: 9h/21h (fecha seg. e ter.). Grátis. Até 16 de julho. Horário no Carnaval: sábado (22), domingo (23) e segunda (24), 9h às 17h, último horário para entrada: 15h30; terça (25), fechado; quarta (26), 12h às 21h, último horário para entrada: 17h30.

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