Verão

Restaurantes para almoçar ou jantar em um jardim

Confira uma seleção de catorze endereços para fazer uma refeição ao ar livre ou em agradáveis salões arborizados

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

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Por incrível que possa parecer, é possível comer sob a copa de uma árvore ou à beira de um lago em São Paulo. Para os dias de sol, selecionamos catorze endereços com áreas ao ar livre ou ambientes arborizados.

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O restaurante Kaá, no Itaim Bibi, dispõe de uma parede coberta por 7 000 plantas típicas da Mata Atlântica. Já o Buttina, em Pinheiros, possui um quintal nos fundos onde as mesas dividem espaço com jabuticabeiras. Recomenda-se reservar para garantir os lugares mais agradáveis.

Confira abaixo o roteiro completo:

A Figueira Rubaiyat: com um dos cenários mais bonitos da cidade, esse restaurante da família Iglesias é valorizado por uma majestosa figueira de mais de 100 anos. Ocupe uma das mesas sob a árvore para saborear receitas como o minicaixote marinho, misto de frutos do mar na panela de barro, é servido na companhia de tagliatelle ao molho de manteiga e ervas.

Brado: o imóvel na badalada Rua Joaquim Antunes, em Pinheiros, é precedido por uma agradável varanda. Ali, provam-se receitas de influências espanhola, italiana e brasileira, caso do pappardelle ao ragu de bochecha de boi e erva segurelha.

Buttina: um antigo quintal, a área aos fundos da casa é muito agradável, em especial no almoço, período em que fica inundada de luz natural. Melhor reservar se quiser uma mesa sob os galhos da jabuticabeira. As receitas são da fotógrafa italiana Filomena Chiarella e as indicações de vinho, do marido dela, José Otávio Scharlach.

A Figueira Rubaiyat 02
Salão do concorrido A Figueira Rubaiyat, nos Jardins: boa opção para os dias de calor (Foto: Mario Rodrigues)

Capim Santo: escolha uma mesa na varanda que antecede o salão ou no jardim ao fundo do restaurante. Na hora do almoço, as receitas brasileiras da chef e sócia Morena Leite podem ser saboreadas em sistema de bufê. À noite, o serviço é à la carte.

Chou: tem jeito de casinha, com um arejado quintal arborizado. No cardápio, primam receitas servidas em pequenas porções, chamadas pela chef Gabriela Barretto de mezzés, como o homus de lentilha vermelha, pinhole e cenoura baby. Entre os pratos, há polvo crocante na páprica espanhola.

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 ■ Ecully: um casarão quase centenário abriga o charmoso endereço, com cozinha idealizada pelo casal de chefs e proprietários Juliana Amorim e Guilherme Tse Candido. Nos fundos do imóvel, em meio a árvores e plantas, ficam as mesas. No reduzido cardápio estão sugestões contemporâneas como o tamboril coberto por farofa de ervas mais creme de abóbora e cogumelos.

Jacarandá: erguido no jardim de uma antiga casinha em Pinheiros, possui uma bela árvore como atração. De tão agradável, o restaurante é um daqueles lugares acolhedores onde se pode ficar por horas. O cardápio é composto de sugestões como a salada de folhas com abobrinha e bolinhas de queijo de cabra e o talharim fresco no molho de creme de leite com alcachofra.

Kaá: pratos e bebidas desfilam por um cenário de tirar o fôlego, cuja beleza está no pé-direito altíssimo com uma de suas paredes coberta por 7.000 plantas típicas da Mata Atlântica. O menu, assinado pelo chef francês Laurent Suaudeau, tem pato no tucupi com laranja e atum quase cru com vinagrete de quiabo, pupunha e nhoque empanado de mandioca e banana-da-terra.

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 Pobre Juan: uma das marcas registradas desta rede de churrascarias é manter cervejas em um ofurô de madeira enterrado no solo. As mesas se espalham por um salão marcado por árvores e vasos com plantas. Em peça de 340 gramas, o bife ancho chega à mesa na companhia de purê de abóbora e farofa feita com manteiga de garrafa e pesto de salsa com coentro.

Olea Mozzarella Bar: possui um agradável ambiente organizado como um jardim com árvores no centro e nas laterais do salão. A redonda recebe sabores como as clássicas margherita e napolitana, e a pobre diabla (mussarela, calabresa e erva- doce fresca picada). No almoço, encontra-se pratos como o ravióli de vitela ao molho de manteiga e sálvia.

Primavera - restaurantes - Praça São Lourenço
Área externa do Praça São Lourenço: especialmente agradável nos dias de calor (Foto: Heudes Regis)

Praça São Lourenço: é um daqueles lugares raros de encontrar em uma metrópole como São Paulo. Depois de cruzar a entrada, chega-se a um salão erguido com madeira, de fachada envidraçada e voltada para um belo jardim interno. As melhores mesas estão na área externa, especialmente nos dias de calor. Na hora do almoço, as refeições têm formato de bufê. No jantar, somente sugestões à la carte.

Bráz Quintal: nos fundos do imóvel, as mesas ficam espalhadas por um quintal. A maior atração do cardápio é a pizza carola, de um lado plana e do outro um calzone. De recheio, cai bem a da vila (presunto cru, mussarela e alho-poró) e para o lado de fora a barra speciale (burrata em lascas, tomate picado e azeitona preta sobre mussarela), que aparece em formato especial.

Ruella: Na Vila Olímpia, a casa possui mesas organizadas num corredor do lado de fora do salão. A chef e restauratrice Danielle Dahoui prepara pratos como o filé-mignon de cordeiro assentado sobre cuscuz marroquino de cebola em fios, cenoura, damasco e tâmara, e o confit de pato com batata gratinada.

Serafina: primeira filial paulistana de um restaurante de Nova York, dispõe de uma agradável varanda aberta para a Alameda Lorena. Na lista de pratos mais atraentes está o ravióli de espinafre e ricota ao molho cremoso de manteiga e sálvia.

Fonte: VEJA SÃO PAULO