Bares

Sete endereços para curtir a tarde de domingo

Mesas ao ar livre, música ao vivo e cerveja gelada atraem os clientes no último dia do fim de semana

Por: Redação VEJA SÃO PAULO - Atualizado em

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Pé de Manga: com clima de praça de cidades do interior | Crédito: Raul Zito

Boteco São Jorge

Aos sábados e domingos, o agradável bar de esquina é um convite para uma tarde despretensiosa depois de visitar o Museu do Ipiranga. Enquanto aguarda a linguiça calabresa aperitivo vir quentinha da cozinha, faça um prato no balcão frio de acepipes, com boa oferta de queijos, embutidos, pastas e conservas. Apesar de o endereço trabalhar com chope (Brahma), prefira as cervejas, como a argentina Quilmes, as uruguaias Norteña e Patrícia e a long neck Stella Artois.

Casa na Praia

Com estilo litorâneo, cardápio na linha saudável e uma deliciosa varanda para jogar conversa fora nos dias quentes, atrai desde aficionados em malhação em academia até gente disposta a beber e petiscar como se estivesse a poucos passos da praia. Encontram-se no cardápio mais de quarenta tipos de sucos naturais (muito benfeitos, por sinal), cujas frutas também são a base para caipirinhas e caipiroscas. A casa serve água de coco, na própria fruta, e açaí na tigela. Um dos sanduíches, o bonete lembra um wrap. Traz salmão defumado e cream cheese enrolados no pão pita integral.

Dita Cabrita

Faz do ambiente aprazível seu chamariz. Quase todo ao ar livre, tem clima que lembra o espírito dos lugares de Paraty (RJ) e mesas sob jabuticabeiras e outras árvores frutíferas. Da cozinha, prove os gostosos espetinhos, em versões como cafta, queijo de coalho, frango e abobrinha, e o tentador bolinho chamado dita cabrita, com massa de polenta e recheio de cabrito desfiado. No almoço de sábado ou domingo, entram em evidência pratos para dividir, a exemplo da caldeirada de frutos do mar. Finalize a visita com o doce de abóbora com sorvete de coco. Para bebericar, peça o bom chope catarinense Eisenbahn (claro e de trigo).

Jacaré Grill

Comandado há 22 anos por Marcelo Silvestre, o “Jacaré”, é hoje um dos botecos mais famosos da Vila Madalena. Com ambiente simples (mas não descuidado) e cerveja sempre no ponto, virou um conhecido ponto de encontro de turmas com mais de 40 anos, sobretudo nas tardes de sábado e domingo. Para tabelar com as geladas (Bohemia, Original, Serramalte, Stella Artois, Norteña e Patricia, entre outras), servidas em balde de gelo, escolha um dos tentadores assados na churrasqueira. Dica: a picanha fatiada, bem macia, acompanhada de arroz biro-biro. Antes, experimente as samossas, pastéis triangulares com recheio de carne e curry.

Pé de Manga

Em noites de calor ou em ensolaradas tardes de sábado e domingo, é difícil conseguir uma das quarenta mesas espalhadas por sua formidável área ao ar livre. Ali, casais e grupinhos mais ao estilo Itaim que Vila Madalena bebem e petiscam sob a copa de três mangueiras centenárias. Apesar do visual admirável, a cozinha e o bar têm desempenho irregular. Prefira o chope (Brahma) ou as cervejas em garrafa de quase 1 litro (Stella Artois, Norteña e Quilmes) à jarra de clericó (R$ 50,00), preparado com vinho branco e frutas preguiçosamente cortadas em pedaços grandes demais. Uma das sugestões de prato, o salmão grelhado com risoto de banana-da-terra custa R$ 42,00.

The Garden

Dos mesmos donos do Matriz, pertinho dali, o sushi-bar destaca-se mais pela ambientação do que pela cozinha, de desempenho irregular. Suas mesinhas espalham-se por um grande deque de madeira, iluminado por velas e com paisagismo de palmeiras e bambu-mossô. Novidade: o espaço ganhou em junho uma cobertura pergolada de eucalipto, que o protege da chuva. Uma das sugestões para beliscar é o roast salmom — sashimi de salmão selado coberto por molho teriyaki, gergelim e couve frita. Para bebericar, há saquê californiano Ozeki, chope (Heineken, Sol e Xingu) e cervejas como a japonesa Kirin. O bar também serve as especialidades japonesas na forma de rodízio. Às terças, as mulheres têm desconto.

O Torcedor

A choperia foi montada pelo grupo que controla o Bar Brahma junto à saída do Museu do Futebol, no Estádio do Pacaembu. Ficam na área externa, sob a marquise e com vista para a Praça Charles Miller, as mesinhas mais convidativas. Quando há futebol na TV, 27 monitores exibem os jogos - inclusive pelo sistema pay-per-view. Boa escolha da cozinha, a costela de boi assada no bafo vem coberta por molho barbecue (R$ 49,90, para dois). Em dias de jogo no Pacaembu, o bar fecha três horas antes do início da partida. Quando for um clássico, não abre. De quinta e sexta à noite e nas tardes de sábado e domingo, rola música ao vivo (MPB, sertanejo e samba).

Fonte: VEJA SÃO PAULO