Especial

Dia do Saquê

Saiba mais sobre a bebida japonesa que conquista cada vez mais espaço no copo dos paulistanos

Por: Sophia Braun - Atualizado em

Saquê
“O saquê deixou de ser visto como a cachaça japonesa”, diz Celso Norio Ishiy (Foto: ThinkStock)

Hoje (1º), celebra-se o Dia do Saquê. Com o inverno cada vez mais próximo no Japão, o plantio de arroz por lá torna-se inviável. A data marca, portanto, o fim da temporada de produção do grão (matéria-prima do saquê) e o início da fabricação da bebida. “As estações são muito definidas. Nesta época do ano, já começa a ficar frio e os arrozais passam a secar”, explica Yasmin Yonashiro, sommelière especializada em saquê.

+ Minato Izakaya é um típico boteco japonês

Por aqui, a quantidade de garrafas que desembarcam, principalmente em São Paulo, aumenta ano a ano. Se antes o consumo de saquê se resumia às caipirinhas, hoje ele é degustado puro e já existem cartas exclusivas para a bebida em restaurantes paulistanos. Assim como o vinho, o fermentado de arroz é complexo. Tem aromas e sabores diversos, que variam de acordo com a qualidade do grão utilizado e a técnica de produção empregada. Por isso, deve ser propriamente harmonizado. “O saquê deixou de ser visto como a cachaça japonesa”, diz o especialista Celso Norio Ishiy. “O brasileiro começa a entender que a bebida não é uma coisa só, mas uma categoria ampla e muito rica.”

Abaixo, saiba mais sobre o universo dessa bebida oriental que chegou de fininho e conquistou o paladar do brasileiro:

Fonte: VEJA SÃO PAULO