Izakaya Issa (Desde 2009)

Tipos de Bares: Japoneses
VejaSP
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Endereço: Rua Barão de Iguape, 89 - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 32088819
Horário:
segunda-feira
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terça-feira
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Resenha por Fábio Galib e Saulo Yassuda

Está no imaginário do paulistano como um legítimo boteco japonês. Sempre fechada, a discreta porta de correr dá para um salão bem simples, com balcão e algumas mesinhas baixas. É um lugar para tomar saquês e shochus acompanhados dos petiscos preparados pela equipe da proprietária, Margarida Haraguchi. Um deles é o leve takoyaki, bolinho de polvo coberto de raspas de peixe seco (R$ 42,00 a porção). Servido também no almoço, o karê, o curry do Japão, em uma receita deliciosamente adocicada, pode vir na companhia de lombo de porco empanado (R$ 35,00 de dia; R$ 48,00 à noite).

Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    JAPA NO ALMOÇO

    Agora dá para entrar pela discreta porta do boteco japa Izakaya Issa também entre as 11h30 eas 14h30 (exceto às quartas). No novo horário de abertura, servem-se pratos (R$ 35,00 cada um, com salada). São opções como o apetitoso karê, o curry japonês, ou o cozido de tofu e carne moída.

    Preços checados em 9 de agosto de 2016.

    (Por Saulo Yassuda e Fábio Galib)

    Comer e beber

    • 2016 - Participante

      Bares izakayas Comer & Beber

      Está no imaginário do paulistano como um legítimo boteco japonês. Sempre fechada, a discreta porta de correr dá para um salão bem simples, com balcão e algumas mesinhas baixas. É um lugar para tomar saquês e shochus acompanhados dos petiscos preparados pela equipe da proprietária, Margarida Haraguchi. Um deles é o leve takoyaki, bolinho de polvo coberto de raspas de peixe seco (R$ 42,00 a porção). Servido também no almoço, o karê, o curry do Japão, em uma receita deliciosamente adocicada, pode vir na companhia de lombo de porco empanado (R$ 35,00 de dia; R$ 48,00 à noite). (Preços checados em setembro/outubro de 2016.)

      Fábio Galib e Saulo Yassuda

    • 2015 - Participante

      Bares japonês Comer & Beber

      O legal é se sentar no balcão, bem de frente para as prateleiras de bebidas. Nelas, fca enfleirada uma profusão de garrafas de uísque, saquê e shochu devidamente etiquetadas com o nome dos clientes. Quem seria Mae da? E Belga? E Shigeru? Possivelmente, morreremos sem saber. Enquanto isso, ocupe o paladar com uma dose geladinha do saquê extrasseco Hakuro (R$ 20,00 a dose), de sabor suave. Faz boa companhia à porção de quatro entradas (R$ 22,00) que costuma trazer em potinhos raiz de lótus fatiada e cebolinha temperada com missô e wassabi. Nos dias mais frios, não deixe passar a costela suína em pedaços com nabo cozido imersa em um saboroso caldo (R$ 30,00). Hit local, o takoyaki vem na forma de um cremoso bolinho assado de polvo (R$ 38,00 a porção) e compensa pelo ótimo tempero, embora traga os pedaços do molusco meio duros. Guarde espaço ainda para abocanhar o bolinho de arroz japonês moldado em formato triangular (R$ 8,00), que chega recheado de pasta de ameixa japonesa e embrulhado em alga nori. (Preços checados em setembro/outubro de 2015).

      Saulo Yassuda

    • 2014 - Participante

      Bares japonês Comer & Beber

      Apresentou ao paulistano o jeito de botecar à maneira oriental. Tem cara de restaurante tradicional e seu balcão costuma ficar cheio de japoneses (não só descendentes) em passagem pela capital, além de curiosos no mundo dos saquês, shochus e companhia. O saquê não filtrado Sayuri (R$ 35,00 a dose) tem aparência que lembra a do leite. Dos destilados (shochus), estão disponíveis o de batata-doce e o de trigo (R$ 20,00 a dose). Cerveja em garrafa (Serramalte e Original, R$ 11,00) e uísques (o japa Yamazaki 12 anos custa R$ 38,00 a dose) fazem a alegria do pessoal. Atrás do balcão, ficam a simpática Dona Margarida Haraguchi e uma pequena brigada composta de mulheres. Comece com o otoshi (R$ 22,00), seleção de quatro entradas que variam diariamente. Broto de bambu, bardana e berinjela frita podem passar pelos seus hashis. Siga para o takoyaki (R$ 35,00), bolinho de polvo assado temperado com gengibre e cebolinha. Outro sucesso, o sanma (R$ 39,00) é um peixinho encontrado no Pacífico. Ele permanece cerca de vinte minutos na grelha a gás e vai à mesa inteiro, pronto para ser devorado. (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Saulo Yassuda

    • 2013 - Participante

      Bares para ir a dois Comer & Beber

      Costuma estar sempre cheio devido à fama construída pela boa cozinha e pela grande oferta de shochus e saquês. Sentando no balcão apertado você fica de cara para uma parede repleta de garrafas convidativas. Para começar, aceite o otoshi (R$ 20,00), uma seleção de quatro entradas que variam diariamente (broto de bambu e bardana, por exemplo). Outras duas pedidas são obrigatórias: chawanmushi (R$ 25,00), pudim de ovos com camarão, frango e peixe; e o takoyaki (R$ 30,00), o bolinho de polvo. Prove o saquê sayuri (R$ 25,00 a dose), não fltrado, branco, viscoso e suave, e então parta para os shochus. Comece pelo de batata-doce (R$ 20,00 a dose) e depois opte pelo de arroz envelhecido (R$ 18,00 a dose). Todos são servidos em copo baixo e com uma bola redonda de gelo. Há quem prefira ir direto para as cervejas (R$ 10,00, Original), mas isso, ali, é uma heresia. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Luiz Henrique Ligabue e Marcelo Cobra

    • 2012 - Participante

      Bares japonês Comer & Beber

      Com ambiente bem característico das casas da Liberdade, esse autêntico izakaya (bar de saquês e shochus) ganhou fama pela oferta de bebidas japonesas e pela boa cozinha. Não espere encontrar no cardápio sushis, sashimis e afins. De trás do balcão saem delícias como o kimpira (refogado de bardana), o moyashi itame (broto de feijão salteado) e o macarrão udon servido num caldo picante de curry. Para acompanhar, peça um saquê (Hakutsuru) ou um shochu, a exemplo do Kaido, destilado de batata-doce com 25% de álcool. Quem quiser pôr um pé no Brasil pode pedir uma cervejinha (Original). A proprietária, Margarida Haraguchi, é mulher do renomado chef Masanobu Haraguchi (do restaurante Ban, próximo dali).

      Veja SP

    • 2011 - Participante

      Bares Comer & Beber

      Comandado por Margarida Haraguchi, mulher do chef Masanobu Haraguchi, este pequenino bar da Liberdade é um autêntico izakaya, espécie de boteco japonês aonde se vai petiscar e tomar saquê (fermentado) e shochu (destilado). Os treze rótulos de saquê japonês disponíveis ali se dividem em suaves, secos, premium e superpremium. Há, por exemplo, o suave Takashimizu e o seco Mutsu Hassen, este feito com arroz do tipo yamada nishiki (a melhor variedade de grão que existe para produzir a bebida). Completam a oferta etílica sete rótulos de shochu, a exemplo do Iichiko, de trigo, e do Kaido, de batata-doce. Na hora de beliscar, vale provar o otoshi, quatro pequenas entradas que variam conforme o dia, e o takoyaki, bolinho de massa levíssima de cará ralado e com recheio macio de polvo, gengibre e outros temperos.

      Veja SP

    • 2011 - Participante

      Bares cozinha Comer & Beber

      Comandado por Margarida Haraguchi, mulher do chef Masanobu Haraguchi, este pequenino bar da Liberdade é um autêntico izakaya, espécie de boteco japonês aonde se vai petiscar e tomar saquê (fermentado) e shochu (destilado). Os treze rótulos de saquê japonês disponíveis ali se dividem em suaves, secos, premium e superpremium. Há, por exemplo, o suave Takashimizu e o seco Mutsu Hassen, este feito com arroz do tipo yamada nishiki (a melhor variedade de grão que existe para produzir a bebida). Completam a oferta etílica sete rótulos de shochu, a exemplo do Iichiko, de trigo, e do Kaido, de batata-doce. Na hora de beliscar, vale provar o otoshi, quatro pequenas entradas que variam conforme o dia, e o takoyaki, bolinho de massa levíssima de cará ralado e com recheio macio de polvo, gengibre e outros temperos.

      Veja SP

    • 2010 - Indicado

      Bares para ir a dois Comer & Beber

      Mulher do chef Massanobu Haraguchi (do restaurante Miyabi, no Top Center), Margarida Haraguchi criou no fim do ano passado um izakaya, espécie de boteco japonês onde se vai petiscar e tomar saquê (fermentado) e shochu (destilado). Entre os treze rótulos de saquê japonês, duas dicas são o suave Takashimizu, indicado aos iniciantes, e o seco Mutsu Hassen, mais sofisticado. Há ainda sete opções de shochu, a exemplo do IIchiko, de cevada. Para beliscar, prove o otoshi, composto de quatro pequenas entradas que variam conforme o dia. Estrela o menu também o ótimo takoyaki, bolinho de massa levíssima de cará ralado e com recheio macio de polvo, gengibre e outros temperos.

      Veja SP

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