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Otimismo com vacina é “nível 11”, diz diretor do Instituto Butantan

Dimas Covas está confiante em relação à CoronaVac; doses chegaram a São Paulo nesta segunda (20) para testes

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 20 jul 2020, 16h15 - Publicado em 20 jul 2020, 16h10

Diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas disse que está muito esperançoso com as chances de sucesso da CoronaVac contra o novo coronavírus. A expectativa do Governo de São Paulo é de que, se os testes tiverem resposta positiva, a vacina esteja disponível para a população no início de 2021.

“Um órgão de imprensa me perguntou qual era o meu grau de otimismo entre zero e 10 em relação a essa vacina. Eu respondi sem pestanejar: ’11′”, disse o diretor nesta segunda (20). Em coletiva de imprensa, o governador João Doria (PSBD) também afirmou que a CoronaVac é uma das vacinas em fase de testes mais avançada do mundo.

Desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech, elas chegaram em São Paulo na madrugada desta segunda-feira (20). Os testes com voluntários em parceria com o Instituto Butantan, um dos doze centros de pesquisa que conduzem o estudo, devem começar na terça-feira (21).

Outra vacina em fase avançada de testes é a de Oxford, que se mostrou eficaz no combate à doença em resultados preliminares.

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