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Vacina chinesa chega a São Paulo e testes devem começar nesta terça (21)

A aplicação da CoronaVac em cerca de 9 000 pessoas será feita em parceria com o Instituto Butantan

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 20 jul 2020, 14h50 - Publicado em 20 jul 2020, 10h08

Doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech, chegaram em São Paulo na madrugada desta segunda-feira (20). Os testes com voluntários em parceria com o Instituto Butantan, um dos doze centros de pesquisa que conduzem o estudo, devem começar na terça-feira (21). Inicialmente, o governo de São Paulo havia informado que os testes começariam na segunda (20). 

As vacinas partiram de Frankfurt, na Alemanha, e chegaram por volta das 4h20 no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Elas serão encaminhadas para o Instituto Butantan, na zona oeste.

O Instituto Emílio Ribas começou a cadastrar voluntários na última quarta-feira (15) e as inscrições continuam abertas. A prioridade é testar profissionais da saúde. Esta é a terceira fase de testes e envolverá 9 000 voluntários.

O Instituto Butantan irá adaptar uma fábrica para a produção da vacina no Brasil. O acordo com o laboratório chinês prevê que, se a vacina for efetiva, o Brasil ficará com 60 milhões de doses para distribuição.

Além da CoronaVac, outra vacina que também está na terceira fase é a de Oxford, que será testada no Brasil pela Universidade Federal de São Paulo. Ela foi a primeira a receber autorização da Anvisa para os testes no país.

 

 

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