Clique e Assine a partir de R$ 12,90/mês

Testes de vacina britânica são aplicados em 2 000 voluntários em São Paulo

Voluntários serão acompanhados durante um ano

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 15 jul 2020, 15h07 - Publicado em 15 jul 2020, 15h04

O projeto de vacina mais avançado do mundo, a ChAdOx1 nCoV-19 de Oxford, do Reino Unido, está na fase 3 de testes e foi aplicado em 2 000 voluntários em São Paulo. A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Fundação Lemann são os responsáveis pela coordenação dos testes.

Segundo Sorais Smaili, reitora da Unifesp, relatou ao G1, metade dos voluntários recebeu a vacina e a outra metade recebeu placebo, sem efetividade contra o novo coronavírus, durante a última fase de um estudo. Sorais também afirmou que nenhum dos voluntários apresentou efeitos colaterais ou severos até o momento.

Os testes da vacina em São Paulo começaram no sábado (20) e prosseguiram na segunda-feira (22), segundo o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Unifesp, que coordena a aplicação da vacina no estado. Se for comprovada a eficácia, a vacina poderá ter o registro liberado em junho de 2021.

+ Assine a Vejinha a partir de 6,90

O tempo de espera de 12 meses é estabelecido pelos organismos internacionais para o registro emergencial. “Com a quantidade de pessoas que estão recebendo a vacina no mundo, é possível que tenhamos resultados promissores no início do ano que vem e o registro em junho”, ressaltou a reitora.

Os voluntários serão acompanhados durante um ano. “Eles têm que comparecer nos dias 30°, 90°, 180° e 360° dia após o recebimento da vacina ou do composto controle. Os voluntários vão realizar exames nessas datas e se apresentarem sintomas também precisam reportar à equipe de pesquisa”, afirmou Sorais Smaili.

A vacina do Reino Unido é produzida a partir de um vírus (ChAdOx1), que é uma versão enfraquecida de um adenovírus que causa resfriado em chimpanzés. A esse imunizante foi adicionado material genético usado para produzir a proteína Spike do SARS-Cov-2 (que ele usa para invadir as células), induzindo a criação de anticorpos.

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Para entender e curtir o melhor de SP, Veja São Paulo. Assine e continue lendo.

Impressa + Digital

Plano completo da VejaSP! Acesso aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias e revista no app.

Acesso ilimitado ao Site da VejaSP, diariamente atualizado.

Resenhas dos melhores restaurantes, bares e endereços de comidinhas de São Paulo.

Receba semanalmente VejaSP impressa mais acesso imediato às edições digitais no App Veja, para celular e tablet.

a partir de R$ 19,90/mês

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos no site e ter acesso a edição digital no app.

Acesso ilimitado ao Site da VejaSP, diariamente atualizado.

Resenhas dos melhores restaurantes, bares e endereços de comidinhas de São Paulo.

Edições da VejaSP liberadas no App Veja de maneira imediata

a partir de R$ 12,90/mês