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Novas variantes aparecem em 71,2% dos casos de Covid-19 em estudo

Prefeitura e instituto da USP analisaram amostras de moradores da capital paulista

Por Redação VEJA São Paulo 26 mar 2021, 14h59

A prefeitura de São Paulo divulgou nesta sexta-feira (26) os resultados de uma pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Saúde e o Instituto de Medicina Tropical da USP. O levantamento analisou amostras para identificar a taxa de prevalências das novas variantes da Covid-19.

A equipe analisou o material genético de 92 pessoas, coletadas na primeira semana de março. Destas, 73 eram moradoras da capital paulista. No caso dos paulistanos, foi identificada a presença de variantes do SARS-COV-2 em 71,2% das amostras.

A maior parte é a chamada variante P1, de Manaus: representou 64,4% das novas cepas. Outros 6,8% eram da variante do Reino Unido.

De acordo com os resultados, a região da cidade que teve a maior presença da variante de Manaus foi a Zona Oeste, seguida do centro, Zona Leste, Norte, Sul e Sudeste. “Em todas as regiões do município há circulação da variante de Manaus”, disse a Secretaria Municipal de Saúde.

VACINAÇÃO

Durante entrevista nesta sexta o secretário de saúde da capital, Edson Aparecido, afirmou que até outubro, caso não haja imprevistos, toda a população da capital paulista elegível para receber doses de imunizantes contra a Covid-19 estará vacinada.

No momento, a campanha está imunizando idosos entre 69 e 71 anos de idade: de acordo com a gestão municipal, são 245 300 pessoas nessa faixa etária.

 

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