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Ministério da Saúde quer testar terceira dose para quem tomou CoronaVac

Os estudos serão feitos em parceria com a Universidade de Oxford e podem começar já em agosto

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 28 jul 2021, 17h33 - Publicado em 28 jul 2021, 17h16

Junto da Universidade de Oxford, o Ministério da Saúde irá realizar uma pesquisa para verificar se é necessário a aplicação de uma terceira dose em vacinados contra a Covid-19 com duas doses, com enfoque na CoronaVac. O anúncio foi feito pelo ministro da pasta, Marcelo Queiroga.

O estudo deve analisar os impactos da dose de reforço com as vacinas contra a Covid-19 disponíveis em território nacional. O foco será na vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

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A pesquisadora que será responsável pela iniciativa é Sue Ann Clemens, da Universidade de Oxford. Segundo ela, o objetivo é gerar dados para auxiliar o Ministério da Saúde a adotar novas estratégias de vacinação, em caso de necessidade.

A pesquisa está programada para começar no mês de agosto, em dois centros, sendo um deles na capital de São Paulo e outro em Salvador, na Bahia. Ao todo, quatro grupos de 300 pessoas serão testadas, com idades entre 18 e 59 anos. Também haverá um grupo de idosos com mais de 60 anos.

O anúncio acontece apenas uma semana depois de Queiroga dizer que a terceira dose de qualquer imunizante ainda não tinha previsão para acontecer.

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