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Ministério da Saúde confirma quarto caso de varíola de macaco no estado

Trata-se de um homem de 28 anos morador da cidade de Indaiatuba, no interior

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 16 jun 2022, 14h56 - Publicado em 16 jun 2022, 14h55

Um homem de 28 anos morador da cidade de Indaiatuba, no interior do estado de São Paulo, é o quarto caso confirmado de varíola do macaco (monkeypox vírus).

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A constatação da doença foi feita por um exame feito no Instituto Adolfo Lutz, segundo informou nesta quinta-feira (16) o Ministério da Saúde.

Assim como os outros três casos já confirmados no estado, ele também tem histórico de viagem para a Europa. Diferente dos demais, que ficaram em hospitais, ele está em isolamento domiciliar, com quadro clínico estável e sendo monitorado pelas equipes de saúde do Estado e do município onde reside.

O governo federal informou ainda que montou uma sala de situação para monitorar a doença em território nacional.

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Até o momento, estão confirmados no Brasil seis casos, e outros 13 estão em investigação. Ao menos um desses casos suspeitos é de um morador da cidade de São Paulo. Segundo informou a Secretaria Municipal de Saúde, ele tem 27 anos, morava em Nova Iorque e voltou para o Brasil no dia 11 de junho, com quadro de febre e lesões pelo corpo.

Outros casos

O terceiro caso foi confirmado nesta quarta-feira (15). Trata-se de um homem de 31 anos e que está internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Seu quadro clínico é bom e as pessoas com quem ele teve contato estão sendo monitoradas pela Vigilância Sanitária.

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Na semana passada já tinham sido confirmados dois outros casos. O primeiro foi no dia 9 e tratava-se de um homem de 41 anos. Dois dias depois, outro caso foi confirmado, também de um homem, de 29 anos e morador de Vinhedo, no interior. Assim como no terceiro caso, os dois também tinham viajado à Europa. Devido a isso, todos os casos são tratados como importados.

O que é a doença

Também conhecida como Monkeypox virus, a varíola do macaco, também chamado de varíola símia, é um vírus que infecta roedores na África. Os macacos seriam apenas os hospedeiros ditos como acidentais, assim como o homem.

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Ela leva esse nome científico por ter sido identificada inicialmente em um laboratório dinamarquês em 1958. O primeiro caso humano foi identificado em uma criança na República Democrática do Congo em 1970.

Ela apresenta sintomas muito parecidos com os da varíola, embora sejam menos graves. A transmissão se dá por fluídos corporais, gotículas respiratórias ou contato próximo com as lesões e materiais como as roupas de cama.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), os contatos com humanos estão se dando por meio de contato físico entre as pessoas.

Um caso só é considerado suspeito quando aparecem bolhas, dor de cabeça intensa, febre acima de 38,5ºC, dores musculares pelo corpo e fraqueza profunda.

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