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Dimas Covas afirma que governo federal irá adquirir vacina chinesa

Diretor do Butantan se reuniu nesta quarta (26) com o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, para negociar um investimento de 1,9 bilhão de reais

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 26 ago 2020, 15h44 - Publicado em 26 ago 2020, 15h33

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, se reuniu na manhã desta quarta-feira (26) com o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello. Em Brasília, após o encontro com o militar, o diretor do Instituto Butantan disse que o Ministério da Saúde fará aquisição das vacinas produzidas pelo governo paulista. As informações são do UOL.

Junto com o secretário da saúde paulista, Jean Gorinchteyn, Covas teve uma reunião com Pazuello para negociar um investimento de 1,9 bilhão de reais para a produção de vacinas. “Quando nós ofertamos a vacina ela terá, obviamente, um custo e isto o ministro garantiu que vai, seguramente, colocar na pauta do programa nacional de imunização. Ele disse que fará a aquisição das vacinas”, afirmou o médico para jornalistas depois da reunião.

“A garantia é exatamente a parceria que existe entre o Butantan e o Ministério. Isso foi reforçado com o ministro. É uma matéria de importância para a saúde pública do Brasil”. O investimento de 1,9 bilhão de reais solicitado pelo governo paulista ao federal é em grande parte para a produção do imunizante.

A vacina que está sendo testada em 9 000 voluntários em todo o país é fruto de uma parceria entre o Butantan e o laboratório Sinovac. Ela está na terceira fase de testes, a última. A previsão é de que o Butantan receba do laboratório chinês 45 milhões de doses da vacina até o final de 2020. Com o dinheiro do governo federal, a administração de João Doria (PSDB) quer também produzir 120 milhões de doses.

 

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