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Brasil não terá ‘passaporte da vacina’, mas exigirá quarentena para não vacinados

Anvisa recomendou a vacinação obrigatória por conta da variante Ômicron; pedido não foi atendido pela gestão Bolsonaro

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 7 dez 2021, 18h26 - Publicado em 7 dez 2021, 18h25

O governo federal divulgou nesta terça-feira (7) que vai permitir a entrada de viajantes não vacinados que venham de outros países e desembarquem no Brasil. A exigência será uma quarentena de cinco dias e, após o período, a realização de um reste do tipo RT-PCR. Caso o resultado seja negativo, o passageiro poderá circular livremente pelo país.

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A medida do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) contraria a recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que solicitou a adoção do chamado “passaporte da vacina”, documento com comprovação de que os viajantes completaram a vacinação contra a Covid-19.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou que as novas medidas em vigor são: teste RT-PCR negativo, realizado até 72 horas antes da viagem, para quem vem do exterior e desembarque no Brasil; quarentena de cinco dias para quem não tiver tomado vacina contra a Covid-19 e um teste RT-PCR na sequência.

Em novembro a Avnisa recomendou ao governo federal que a vacinação contra a doença pandêmica seja obrigatória para a entrada do país, devido aos casos confirmados da variante Ômicron.

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