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Botucatu terá vacinação em massa contra a Covid-19

O estudo tem como principal objetivo avaliar a eficácia do imunizante Oxford/AstraZeneca contra as novas cepas do coronavírus

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 28 abr 2021, 11h26 - Publicado em 28 abr 2021, 11h04

Botucatu irá participar de uma pesquisa que deve avaliar a eficácia da vacina Oxford/AstraZeneca. O Ministério da Saúde fez o anúncio nesta terça-feira (27) e deve aplicar doses em toda a população apta entre os 150 mil habitantes da cidade do interior paulista. O imunizante é distribuído no Brasil pela Fiocruz.

O município foi escolhido por diversas condições que o identificaram como ideal para o estudo, incluindo a possibilidade de fazer a testagem em massa e sequenciamento genético da Covid-19. A duração do projeto deve ser de aproximadamente oito meses, considerando que todos serão imunizados com as duas doses da vacina e terão acompanhamento após as aplicações. 

A Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) já aprovou a pesquisa, que deve começar em breve. O Ministério da Saúde afirmou que a adoção prévia da testagem em todos os sintomáticos de síndromes gripais com o exame RT-PCR em Botucatu foi mais um fator determinante para a escolha.

No projeto de vacinação em massa, é esperado que 106 mil habitantes da cidade sejam vacinados, ou seja, a população com mais de 18 anos. O órgão federal estudará, principalmente, a efetividade da vacina Oxford/AstraZeneca contra as novas variantes presentes no país. Também será feito um comparativo com outros municípios próximos que não tiveram a vacinação em massa. 

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