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Autópsia particular aponta que George Floyd morreu por asfixia

Homem negro morreu após ter o pescoço prensado pelo joelho de um policial. Família pediu o exame

Por Redação VEJA São Paulo - 1 jun 2020, 18h04

A autópsia pedida pela família de George Floyd mostrou que o ex-segurança morreu por asfixia após ter o pescoço prensado pelo joelho do policial Derek Chauvin em Minneapolis, nos Estados Unidos. A notícia foi publicada pela agência Associated Press nesta segunda-feira, 1º.

O vídeo que circula nas redes sociais e que revela a ação policial mostraram Floyd, algemado, dizendo que não conseguia respirar. A morte do ex-segurança gerou diversos protestos em estados americanos e também em outras cidades no mundo, como Londres, Berlin e Toronto.

De acordo com advogados da família Floyd, o exame apontou que a pressão do joelho do policial cortou o fluxo de sangue ao cérebro da vítima e que o peso sobre suas costas dificultou ainda mais sua respiração. Floyd sofria de doença arterial coronariana e doença cardíaca hipertensiva. Chauvin está preso deste sexta-feira (29).

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O primeiro exame de autópsia dizia não haver vestígios de estrangulamento e que o ex-segurança morreu no hospital.

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