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Projeto de lei pode legalizar comida de rua

Cachorro-quente e pastel são as únicas permitidas, atualmente, na cidade

Por Mauricio Xavier [Com reportagem de Danila Moura, Júlia Gouveia, Lívia Roncolato e Mariana Barros] 30 Maio 2013, 17h57 | Atualizado em 16 Maio 2024, 17h38

O comerciante Rolando Vanucci vende 2 mil quilos de pratos como espaguete e nhoque por mês. Instalado desde 2008 no estacionamento de uma loja de lingerie na Avenida Sumaré — portanto, um local privado —, não está sujeito à regra que proíbe a venda desse tipo de alimento nas ruas da cidade. Pois um projeto de lei do vereador Andrea Matarazzo (PSDB), em discussão na Câmara, promete ser mais liberal com a atividade.

Como é atualmente: o cachorro-quente é a única comida que tem autorização para ser vendida na rua; pastéis são permitidos em feiras livres.

Como pode ficar: a prefeitura poderá liberar outros tipos de alimento, desde que preencham critérios como passar por inspeção sanitária.

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