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Drinques são temperados com manjericão, alecrim e outras especiarias

Louro, capim-santo e cravo-da-índia estão entre ingredientes utilizados para dar mais sabor a coquetéis; confira roteiro

Por Saulo Yassuda 13 fev 2014, 15h55 | Atualizado em 20 jan 2022, 09h23
Brown Sugar - EStônia - drinque
Brown Sugar: coquetel do Estônia (Gabriel Cabral/Divulgação)
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Ervas e outras especiarias são cada vez mais utilizadas por barmen da cidade com a intenção de dar aquele sabor a mais nos coquetéis. Alecrim, louro e capim-santo são alguns dos eleitos para cair nas coqueteleiras e nos copos paulistanos.

+ Confira uma seleção de boas caipirinhas servidas em bares paulistanos

Recorrente na culinária italiana, o manjericão está presente em um coquetel do bar Astor, na Vila Madalena. No coquetel basil mash (R$ 24,00), a erva aromatiza a mistura de gim e limão-siciliano. No restaurante Mercearia do Conde, do Jardim Paulistano, a chamada caipirinha de cravo (R$ 20,00) é condimentada com cravo-da-índia e gengibre. 

Happy hour no Itaim Bibi com chope Heineken a R$ 3,50

Confira abaixo uma lista repleta de drinques bem temperados.

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■   AÇAFRÃO. O tempero extraído de flores costuma colorir pratos como a paella. No Astor, ele pode tingir o dry martini, numa versão fora do cardápio. A receita é a clássica, com vermute seco e azeitona. A diferença é o destilado, aqui aromatizado com a especiaria. Custa R$ 24,00. 

■   ALECRIM. Um ramo do tempero vai inteiro no copo do equilibrado brown sugar (R$ 26,00), uma mistura de vodca e sucos de maracujá, limão e grapefruit. O drinque é servido no recém-inaugurado EStônia, bar moderninho do centro.

■  CANELA. Maçã e canela formam uma dupla imbatível, mesmo na forma de drinque. O coquetel vesuvio martini (R$ 24,00), do italiano BottaGallo, é composto de vodca, licor de maçã verde, purê de maçã verde e Cointreau para flambar. No fim, a bebida é polvilhada de canela em pó.

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■  CAPIM-SANTO. Capim-limão e erva-cidreira são outros nomes dados à planta de aroma cítrico. O  santo public, do Public Bar & Afterbar, agrupa no copo vodca, suco de abacaxi, licor de maçã verde e capim-santo. O preço é R$ 22,90.

■ CARDAMOMO. Usado em preparos indianos, a especiaria vai em um drinque do bar. feito em homenagem a David Bowie. O  ziggy stardust (R$ 37,00) é composto de rum importado, cardamomo, abacaxi, hortelã, licores 43 e de amêndoas e limão.

■  CRAVO-DA-ÍNDIA. No restaurante Mercearia do Conde , há uma bebida chamada de caipirinha de cravo (R$ 20,00). Na verdade, é um coquetel feito com lima-da-pérsia, limão e mel, temperado com gengibre e cravinhos.

Caipirinha de Cravo - Mercearia do Conde
Caipirinha de Cravo – Mercearia do Conde ()
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■  GENGIBRE. A planta de sabor picante não é usada apenas no quentão. Ela compõe também a chamada gengibrerinha (R$ 23,00), do La Maison Est Tombée, com vodca, xarope de gengibre feito no próprio bar, bitter de grapefruit e limões siciliano e tati.

LOURO. As famosas folhas geralmente vão para no feijão. No novo Meatball House, no Itaim Bibi, elas aromatizam e decoram um drinque feito com gim, tônica e bitter de lúpulo com grapefruit. Custa R$ 31,00.

MANJERICÃO. As perfumadas folhinhas, tão usadas na culinária da Itália, não poderiam faltar na carta de drinques do Astor.  No coquetel basil mash (R$ 24,00), a erva aromatiza a mistura de gim e limão-siciliano. 

 PIMENTA-MALAGUETA. Vodca aromatizada com pimenta-malagueta mais maracujá compõem o picante chupito red bird (R$ 7,00), uma espécie de shot apimentado. A bebida é servida no bee.w, bar da região do Baixo Augusta.

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■  RAIZ-FORTE. O picante tempero, sinônimo de wasabi (apesar de não ser wasabi), entra no coquetel elyx (R$ 38,00), do bar Numero. Vodca, vermute seco, licor de lichia e o tempero em pó integram o coquetel de pegada oriental.

 TOMILHO. As folhinhas geralmente temperam carnes. Mas, no restaurante Mangiare, da Vila Leopoldina, aromatizam a gim-tônica mar vermelho (R$ 25,00) na companhia de pimentão.

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