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A história do castelinho do amor

Construção do fim do século passado abriga hoje o Museu do Tribunal de Justiça

Por Mauricio Xavier [Colaborou Vinicius Tamamoto] 4 nov 2016, 23h00 | Atualizado em 27 dez 2016, 15h01
Palacete Conde de Sarzedas
Palacete Conde de Sarzedas (RIVALDO GOMES/FOLHAPRESS/)
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Um pitoresco palacete construído no fim do século XIX contrasta com a imponente fachada envidraçada do vizinho Edifício 9 de Julho, do Tribunal de Justiça, na Rua Conde de Sarzedas, perto da Praça da Sé. Diz a lenda que o castelinho teria sido erguido pelo deputado Luis de Lorena Rodrigues Ferreira para homenagear sua jovem mulher, a francesa Marie Louise Belanger, de apenas 18 anos (ele tinha 60).

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Relatos um tanto maldosos, no entanto, dão conta de que o lugar já era usado pelo político em seus tempos de solteiro para animadas festas. Em 1939, a família deixou o local, que se deteriorou nos anos seguintes. O prédio foi tombado em 2002 e desde 2007 abriga o Museu do Tribunal de Justiça, com a exposição de móveis e documentos antigos.

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