Arábia – Jardim Paulista (Desde 1992)

Tipos de Restaurantes: Árabes
VejaSP
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Endereço: Rua Haddock Lobo, 1397 - Jardim Paulista - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 30612203
Horário:
segunda-feira
12:00 - 00:00
terça-feira
12:00 - 00:00
quarta-feira
12:00 - 00:00
quinta-feira
12:00 - 00:00
sexta-feira
12:00 - 00:00
sábado
12:00 - 00:00
domingo
12:00 - 00:00
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Faixa de preço

De R$111,00 a R$165,00

payment

Formas de pagamento

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, Diners e American Express
Cartões de débito: Visa Electron, Rede Shop e Maestro

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Informações adicionais

Entrega em domicílio ((11) 30613234), Estacionamento/Valet (R$ 25,00), Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (110), Levar vinhos (permite) (R$ 30,00)

Resenha por Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

Ao entrar no restaurante, preste atenção no agradável jardim de inverno que fica no fundo. A mesa em frente à área lavada de luz natural durante o dia é uma das mais procuradas no melhor restaurante libanês da capital. Nela e nas demais do salão são saboreadas pedidas como a esfiha aberta de carne (R$ 6,90), repleta de cobertura, e o charutinho de folha de uva (R$ 55,00), que fica ainda melhor na companhia de coalhada (R$ 44,70). O michui de cordeiro (R$ 79,80) pode vir mais ao ponto quando se pede malpassado. Mas não chega a ser um problema porque a carne é de ótima qualidade.


Informações checadas entre julho e setembro de 2018.

    Comer e beber

    • 2018 - Participante

      Restaurantes Árabes Comer & Beber .

      Ao entrar no restaurante, preste atenção no agradável jardim de inverno que fica no fundo. A mesa em frente à área lavada de luz natural durante o dia é uma das mais procuradas no melhor restaurante libanês da capital. Nela e nas demais do salão são saboreadas pedidas como a esfiha aberta de carne (R$ 6,90), repleta de cobertura, e o charutinho de folha de uva (R$ 55,00), que fica ainda melhor na companhia de coalhada (R$ 44,70). O michui de cordeiro (R$ 79,80) pode vir mais ao ponto quando se pede malpassado. Mas não chega a ser um problema porque a carne é de ótima qualidade. (Informações checadas entre julho e setembro de 2018).

      Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

    • 2017 - Participante

      Restaurantes Árabes Comer & Beber .

      Pensar que o Arábia começou como uma rotisseria e se transformou em um bonito restaurante que agora completa 25 anos. Em seu agradável salão, são servidas receitas que fazem jus à fama do lugar, outras nem tanto. Vez ou outra a esfiha fechada de ricota pode vir um tantinho massuda (R$ 6,90) e o quibe assado (R$ 41,50), um pouco ressecado. Em compensação, a salada fatuche com lascas de pão frito, folhas variadas e grãos de romã fresca (R$ 54,20) continua imbatível, assim como a ótima esfiha aberta de zátar (R$ 11,70). Diferentona, a cheesecake com água de rosa e calda de frutas vermelhas (R$ 21,00) é uma sobremesa que mistura Nova York e Beirute e merece ser saboreada até o fim. A casa tem almoço executivo a preço atraente durante a semana (R$ 52,00 ou R$ 73,00). (Preços checados em setembro/outubro de 2017.)

      Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

    • 2016 - Participante

      Restaurante árabe Comer & Beber .

      O mais charmoso endereço de culinária libanesa da cidade tem salão com pé-direito alto e um belo jardim de inverno nos fundos do estabelecimento. É nesse ambiente que podem ser saboreadas receitas como a esfiha aberta de carne (R$ 6,80) e a deliciosa salada fatuche (R$ 51,00), que, além do mix de folhas com pão árabe, inclui sementes de romã. Não pule os espetos, como a cafta (R$ 46,00) e o michui de frango (R$ 54,00), ambos ricos em tempero. Na orquestração da cozinha e da administração está o casal de sócios Leila e Sergio Kuczynski. (Preços checados em setembro/outubro de 2016.)

      Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

    • 2015 - Participante

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      O casal Leila e Sergio Kuczynski é guardião da qualidade da casa libanesa há mais de duas décadas — ela responde pela cozinha e ele cuida da administração. Enche os olhos o sexteto de entradas (R$ 108,00) composto por babaganuche com um tostado intenso, a coalhada seca com textura de iogurte, o quibe cru leve em temperos, a saborosa salada fatuche bem melhor do que o tabule e o ótimo homus. Ainda no terreno dos beliscos, as esfihas abertas e fechadas (R$ 6,60 cada uma) continuam uma atração, sejam elas de carne, sejam de ricota ou verdura. Embora em porção de quantidade reduzida, o manti (R$ 68,00) é um capelete recheado de carne nadando em um apetitoso molho de coalhada perfumada por páprica. Chama-se knefe (R$ 20,00) o clássico doce de aletria recheado de creme de nata e pistache, que fica melhor com uma dose extra de calda de flor de laranjeira. Antigo ponto forte da casa, o serviço já foi mais atencioso e organizado. (Preços checados em setembro/outubro de 2015).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2014 - Participante

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      Com um padrão irrepreensível de cozinha, é um porto seguro entre os endereços de inspiração libanesa. Talvez você não se surpreenda com os pratos, mas nunca sairá decepcionado. Entre as sugestões, preparadas sempre sob a orientação da chef e sócia Leila Youssef Kuczynski, estão as esfihas de massa crocante, como a aberta de carne (R$ 6,60) e a fechada de verdura (R$ 6,60). Também merecem ser provadas as pastas, entre elas o babaganuche de gostinho tostado (R$ 42,00) e o homus (R$ 39,00). De um tom rosado bonito, o quibe cru inspira o apetite (R$ 43,00). Os pratos principais incluem sugestões como michui de cordeiro intercalado por cebola e tomate (R$ 72,00). É vantajoso o menu club, destinado a dois paladares (R$ 205,00 no almoço e R$ 230,00 no jantar). Compõe-se de três entradas, dois pratos quentes e duas sobremesas. Embora não muito extensa, a carta de vinhos traz uma atraente seleção de rótulos a preços razoáveis. (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2014 - Indicado

      Restaurantes carta de vinhos Comer & Beber .

      Com um padrão irrepreensível de cozinha, é um porto seguro entre os endereços de inspiração libanesa. Talvez você não se surpreenda com os pratos, mas nunca sairá decepcionado. Entre as sugestões, preparadas sempre sob a orientação da chef e sócia Leila Youssef Kuczynski, estão as esfihas de massa crocante, como a aberta de carne (R$ 6,60) e a fechada de verdura (R$ 6,60). Também merecem ser provadas as pastas, entre elas o babaganuche de gostinho tostado (R$ 42,00) e o homus (R$ 39,00). De um tom rosado bonito, o quibe cru inspira o apetite (R$ 43,00). Os pratos principais incluem sugestões como michui de cordeiro intercalado por cebola e tomate (R$ 72,00). É vantajoso o menu club, destinado a dois paladares (R$ 205,00 no almoço e R$ 230,00 no jantar). Compõe-se de três entradas, dois pratos quentes e duas sobremesas. Embora não muito extensa, a carta de vinhos traz uma atraente seleção de rótulos a preços razoáveis. (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2013 - Vencedor

      Restaurantes carta de vinhos Comer & Beber .

      Raridade entre os restaurantes libaneses da cidade, o Arábia oferece uma atraente carta de vinhos. Sucinta e distribuída por apenas treze páginas, ela chama atenção por seus preços razoáveis e pela variedade de garrafas, provenientes de dez países. Para se ter uma ideia, lista até um vinho de sobremesa grego, o Mavrodaphne of Patras Ope 2009 (R$ 15,00 a taça). O restaurateur Sergio Kuczynski explica o segredo para chegar ao valor de cada um deles: “Nossa margem varia pouco e não ultrapassa 30% do que o consumidor paga quando compra diretamente na importadora”. São dez rótulos de brancos, rosés e espumantes, 48 de tintos e dois de sobremesa adquiridos de vinte empresas, entre importadoras e distribuidores de exemplares nacionais. A variedade é grande, com destaque para os tintos trazidos do Líbano, que somam dez opções, como o Musar Jeune 2009 (R$ 122,00), produzido pelo Château Musar. Além disso, há seis sugestões em pichet, ou seja, fracionadas em jarros de 250 mililitros, caso do italiano Cipresseto Rosé 2012 (R$ 22,00). Embora tenha a melhor carta de vinhos de boa relação qualidade/preço da cidade, o Arábia não dispõe de um sommelier para ajudar nas harmonizações. Essa tarefa cabe ao maître Carlos Alberto Carrillo Martinez, que desempenha bem a função. “Manter um especialista nos obrigaria a elevar o custo”, explica Kuczynski. “Queremos mesmo é ter uma carta que demonstre cuidado na escolha, abrangência de países e, principalmente, um valor mais baixo.” (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2013 - Indicado

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      As oito vitórias do Arábia como o melhor de sua categoria em anos anteriores do especial “Comer & Beber” devem-se à comida primorosa. Trata-se de uma coleção de receitas da proprietária, a paulista Leila Youssef Kuczynski, que passou parte da infância no Líbano. Continuam encantadores o úmido charutinho de folha de uva (R$ 46,00) e a linguiça síria (R$ 47,00), que pode ser acompanhada de batata amassada como um purê rústico, regado por abundante azeite antes de ser coberto por cebola queimada. Também é espetacular o faláfel (bolinho de fava e grão-de-bico; R$ 23,00) crocante e sequinho. O mesmo requinte se estende às sobremesas de produção própria, entre elas o knefe (doce de cabelo de anjo; R$ 17,00) de recheio bem cremoso e salpicado de pistache. Marido de Leila, Sergio Kuczynski encarrega-se da administração do restaurante. A pequena e bem montada carta de vinhos é a campeã desta edição. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2013 - Vencedor

      Votação popular - restaurantes árabes Comer & Beber .

      As oito vitórias do Arábia como o melhor de sua categoria em anos anteriores do especial “Comer & Beber” devem-se à comida primorosa. Trata-se de uma coleção de receitas da proprietária, a paulista Leila Youssef Kuczynski, que passou parte da infância no Líbano. Continuam encantadores o úmido charutinho de folha de uva (R$ 46,00) e a linguiça síria (R$ 47,00), que pode ser acompanhada de batata amassada como um purê rústico, regado por abundante azeite antes de ser coberto por cebola queimada. Também é espetacular o faláfel (bolinho de fava e grão-de-bico; R$ 23,00) crocante e sequinho. O mesmo requinte se estende às sobremesas de produção própria, entre elas o knefe (doce de cabelo de anjo; R$ 17,00) de recheio bem cremoso e salpicado de pistache. Marido de Leila, Sergio Kuczynski encarrega-se da administração do restaurante. A pequena e bem montada carta de vinhos é a campeã desta edição. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2012 - Vencedor

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      Em um agradável salão decorado com uma faixa dourada nas paredes, o casal de sócios Leila Youssef e Sergio Kuczynski cuida de tudo. Nascida em Barretos e de infância passada no Líbano, Leila apresenta as receitas aprendidas com a mãe. O paulistano Sergio, engenheiro de formação, administra o restaurante, que em 2012 perdeu a agradável filial em Higienópolis. No cardápio, pela oitava vez o campeão da categoria, estão inúmeras delícias. A começar pela esfiha aberta de carne e pelo sedoso homus (pasta de grão-de-bico). Feito de salsinha mais um toque sutil de trigo, cubinhos de tomate e hortelã fresca, o tabule também encanta. Dos pratos principais, não há como escapar do tenro michui de cordeiro, combinação de cubos de carne, cebola e tomate. É sempre difícil escolher só uma das boas sobremesas. Na dúvida, fique com o sorvete de figo seco ou com o mamoul (amanteigado de semolina com três tipos de recheio). Em formato de menu degustação, há uma seleção de pratos de livre escolha no cardápio para duas pessoas. A carta de vinhos, de boa relação qualidade-preço, traz rótulos como o português tinto Paulo Laureano Premium 2010.

      Veja SP

    • 2011 - Vencedor

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      No agradável salão de pé-direito alto, faixas de tecido pendem do teto e simulam a cobertura de uma tenda árabe. Completa o cenário um belo jardim envidraçado. Nesse ambiente, encontram-se sugestões de inegável qualidade, preparadas sob a orientação da chef Leila Kuczynski e que garantiram a sétima vitória ao restaurante. O babaganuche (pasta de berinjela) tem um delicioso sabor defumado. Temperada apenas com azeite, limão e sal, a salada que leva o nome da casa combina folhas de alface-romana, escarola, pepino, tomate, rabanete e azeitona preta. Dos pratos quentes, a linguiça síria chega aromática na companhia de molho taratur (feito de gergelim). Somente às quintas, entra em cartaz a saborosa paleta de cordeiro cozida lentamente e acompanhada de trigo grosso com grão-de-bico. Elaborados pelo confeiteiro libanês Samih Abou Ali em uma cozinha industrial instalada na Vila Olímpia, os doces típicos incluem o knefe, massa crocante de cabelo de anjo recheada de creme de nata e pistache regada por calda de flor de laranjeira. Há ainda um menu especial que proporciona um bom panorama da culinária do Arábia. Com preços atraentes, a carta de vinhos traz exemplares tintos do libanês Château Ksara Reserva do Couvent 2007 e do francês Château Noaillac 2006. O serviço, comandado pelo maître-gerente paraguaio Carlos Carrillo, é simpático e eficiente.

      Veja SP

    • 2010 - Participante

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      Estabelecimento faz parte da edição Comer & Beber 2010/2011

      Veja SP

    • 2009 - Vencedor

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      Nascida no interior do estado em uma família de origem libanesa, a psicóloga e chef Leila Youssef Kuc-zynski passou parte da infância no Líbano. É justamente a paleta de aromas e sabores desse período vivido fora do Brasil que ela procura reproduzir no Arábia, premiado pela sexta vez. Especialidade consumida no café da manhã no Oriente Médio, o delicioso homus (pasta de grão-de-bico) transformou-se em aperitivo no Brasil. Pode ser pedido em porção individual de entrada e como parte da degustação de mezzés composta de seis, doze e dezoito itens. Outra tentação do cardápio, a berinjela ao forno alterna camadas do vegetal e carne moída com pinhole mais um caprichado molho de tomate na cobertura. De acompanhamento, aparece o arroz de aletria. Os doces são preparados numa cozinha industrial instalada na Vila Olímpia. Fica na memória o divino dedo de noiva, rolinho de massa folhada recheado de castanha de caju. Na carta de vinhos está o argentino Humberto Canale Pinot Noir 2007, entre outros rótulos.

      Veja SP

    • 2008 - Vencedor

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      A proprietária Leila Youssef Kuczynski tirou do caderno de receitas familiares as sugestões servidas no Arábia. São preparações simples, mas tão plenas de sabor que não há como não se render a elas. Tome-se por exemplo a salada tabule, sem a menor semelhança com essas versões que pululam pela cidade. O ingrediente básico é a salsinha picada, à qual se somam hortelã fresca, um quase nada de tomate picado e uma pitada de trigo moído. De tempero, suco de limão e azeite de oliva de qualidade. Igualmente espetacular, o michui de filé mignon é o churrasquinho árabe. Compõe-se de cubos de carne alternados com cebola e tomate passados pelo calor de brasas para ganhar um aroma de tostado. De acompanhamento, um singelo arroz na manteiga com macarrão cabelo-de-anjo. Capítulo especial do cardápio, as sobremesas incluem sorvetes maravilhosos (de nata coroado por doce de figo seco). A carta de vinhos traz várias opções atraentes, todas com a indicação do teor alcoólico. O libanês tinto Château Ksara 2005 está entre elas.

      Veja SP

    • 2007 - Vencedor

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      Não há como resistir aos aromas das receitas libanesas de Leila Youssef Kuczynski. Trata-se de uma cozinha essencial, quatro vezes premiada por Veja São Paulo, na qual se notam detalhes de requinte que saltam aqui e ali, para a felicidade do paladar. A salada fatuche poderia resumir-se ao trivial, mas explode de sabor pela adição de molho de romã sobre rúcula, alface, tomate, pepino e pão sírio moreno e crocante. Outra entrada encantadora, o foul mdammas compõe-se de favas mornas junto de um ovo cozido ao molho de azeite, limão e alho. O michui de cordeiro, espeto de cubos de carne intercalados por cebola e tomate, também é notável. Ainda que as sobremesas árabes sejam conhecidas pela excessiva doçura, o arroz-doce com amêndoa e pistache revela-se uma delícia de pouco açúcar. Leila e o marido, Sergio Kuczynski, acabam de abrir o Arábia Café, em Higienópolis (Praça Vilaboim, 73, 3476-2201), de cardápio semelhante ao da casa-mãe.

      Veja SP

    • 2006 - Vencedor

      Restaurantes árabes Comer & Beber .

      Pela culinária simples e ao mesmo tempo de grande refinamento, a matriz, nos Jardins, leva 8 dos 10 votos do júri na volta da categoria à eleição. As receitas pertencem à proprietária Leila Youssef Kuczynski, filha de libaneses nascida no interior do estado. Sua cozinha é especializada nas mezzés, ou seja, entradas e aperitivos organizados na forma de um pequeno banquete com tabule, homus, coalhada seca, babaganuche e saladas fatuche e de queijo chanclich. Raro nos cardápios da cidade, o fatayer é uma esfiha gigante recheada de escarola com ricota e assada na chapa. Esmero igual ao do preparo dos pratos se repete no cuidado com o agradável salão, sob o olhar atento de Sergio Kuczynski, marido de Leila.

      Veja SP

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