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Tarcísio Filho fala sobre conversa com Glória Menezes: “Uma das missões mais dolorosas da minha vida”

Filho de Tarcísio Meira foi quem contou à mãe sobre a morte do pai

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 27 Maio 2024, 19h45 - Publicado em 16 ago 2021, 11h09

Filho do artista Tarcísio Meira, que faleceu na última sexta-feira (13), e Glória Menezes, Tarcísio Filho, de 56 anos, disse que contar a mãe sobre a perda do pai foi uma das “missões mais dolorosas” de sua vida. O depoimento aconteceu em entrevista ao Fantástico.

Na conversa com a jornalista Renata Ceribelli, ele primeiro afirmou que não deixou nenhuma pendência com o pai. “Sempre terei saudades, a vida toda, mas eu não deixei nada pendurado”.

Após o início da quarentena, a família optou se mudar para uma fazenda, no interior de São Paulo. Eles só saiam para consultas médicas ou outros compromissos eventuais, como dentista. O filho lamenta que foi algum momento de guarda baixa que Tarcísio Meira acabou infectado.

“Meu pai tinha algumas comorbidades bastante sérias. Problemas renais, pulmonares. Eu sempre estava chamando a atenção dele para isso. E mesmo com a vacina ele precisaria de extremo cuidado”, relembrou Tarcisinho.

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Responsável por levar a notícia para Glória, Tarcísio Filho não escondeu que foi um momento complicado. “Sabia que seria uma das missões mais dolorosas da minha vida. Eu me preocupava como ela reagiria nesse sentido. Ela está frágil, passando pelo pior momento da vida dela, mas está vivendo a intensidade do momento”.

“Ela se despediu do pai. Eu levei ela para vê-lo. Faz parte do ritual, tem de ser vivido, é importante”, complementou. Tarcisinho ainda falou, emocionado, do último desejo do pai, que pediu diretamente a ele.

“’Meu filho, quando eu morrer, eu quero que você pegue as minhas cinzas e jogue na fazenda’. Então, eu vou fazer isso. Esse ritual de passagem para com a mãe, eu vou fazer com ela lá. Aí, eu faço uma missa quando ela sair do hospital, com os irmãos, a família, para a gente poder botar…”, quando pausa para respirar. “Eu vou sentir falta, mas quem não sentiria?”.

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