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O Caso da “Doutora Morte”: conheça o novo true crime da HBO

A produção traz a história da médica Virgínia Soares de Souza, investigada pela morte de mais de 300 pacientes; Gravações estão em andamento

Por Livia Uchoa
15 dez 2025, 18h04 •
Virgínia Soares de Souza
 (HBO/Divulgação)
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  • A nova série documental da HBO retratará a história da médica Virgínia Soares de Souza, investigada pela morte de mais de 300 pacientes no Hospital Evangélico de Curitiba. 

    A chefe da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) ficou conhecida como “Doutora Morte“. Segundo as acusações, ela aplicava medicamentos e alterava parâmetros de respiradores para antecipar a morte dos pacientes. 

    Com três episódios, a serie revisita o caso e a cobertura da imprensa na época, acompanhando duas narrativas: a acusação e a defesa de Virgínia. “A trama mergulha na trajetória da médica, nos fatores que levaram às denúncias contra ela, e na reconstrução dos eventos por meio de depoimentos inéditos que destacam tensões, contradições e discussões profundas sobre ética, responsabilidade e confiança na área da saúde, além de expor fragilidades no caso”, explica a organização. As gravações estão em andamento.

    Relembre o caso

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    A médica foi absolvida do caso (André Rodrigues/AGP/Folhapress/Veja SP)

    Em 2013, a médica chefe do setor de UTI do Hospital Evangélico de Curitiba foi acusada de assinar cerca de 346 prescrições de medicamentos para pacientes internados no setor, entre 2006 e 2013.

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    De acordo com as investigações da época, os remédios desencadeavam complicações que levaram ao óbito 317 pessoas que receberam as prescrições, o que levaria a um percentual de 91% de mortalidade entre os pacientes atendidos por Virgínia. O número foi considerado atípica mesmo quando comparado dentro da mesma unidade de saúde.

    Ela foi presa e denunciada por homicídio qualificado com outras sete pessoas da equipe. Quatro anos depois, em 2017, a Justiça considerou que não havia provas suficientes no caso para levar Virgínia e os outros réus para o Tribunal do Júri, o que resultou na absolvição da médica em 2023, pelo Tribunal de Justiça do Paraná, após recursos da defesa.

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