Instalação reúne 168 discos icônicos da música brasileira no Itaú Cultural
A obra 'Introdução à história da arte brasileira 1960-90', do artista visual pernambucano Bruno Faria, está em cartaz no centro cultural até 15 de fevereiro
Uma obra que reúne 168 discos de vinil brasileiros lançados entre as décadas de 1960 e 1990 está em exibição no Itaú Cultural até o dia 15 de fevereiro.
Trata-se da instalação Introdução à história da arte brasileira 1960-90 (2015-2022), do artista visual pernambucano Bruno Faria, em cartaz no piso 2 do centro cultural.
A obra joga luz sobre o trabalho visual de discos emblemáticos da música brasileira, de artistas como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Gal Costa, Milton Nascimento, Elza Soares, Leo Jaime e Titãs.
Artistas visuais como Hélio Oiticica, Guto Lacaz, Regina Vater, Décio Pignatari e Samico aparecem nas fichas técnicas das capas dos álbuns, que estão dispostos em ordem cronológica em prateleiras.
O espaço ainda conta com duas vitrolas, e, em uma delas, os visitantes podem manusear exemplares de alguns dos discos e ouvi-los. Na parede, um QR Code dá acesso a uma playlist do Spotify com as faixas de todos os trabalhos.
Discos icônicos
Entre os discos presentes na instalação estão Tropicália ou Panis et Circencis (1968), de Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Fil, Nara Leão, Os Mutantes e Tom Zé, com capa assinada por Rubens Gerchman.
Secos e Molhados, álbum de estreia homônimo da banda, lançado em 1973, também aparece, com capa icônica assinada por Décio Duarte Ambrósio. Do mesmo ano, Calabar, o elogio da traição, de Chico Buarque, tem a capa criada por Regina Vater.
O disco mais recente da obra é Da lama ao caos (1994), da banda Chico Science e Nação Zumbi, com capa assinada por Helder Aragão, conhecido como DJ Dolores, e Hilton Lacerda.
Itaú Cultural. Avenida Paulista, 149, Tel. 2168-1777. Acess.. Ter. a sáb., 11h/20h. Dom., 11h/19h. Grátis. Até 15/2.





