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Empresa divulga imagens do misterioso Chester vivo; veja o animal

Lançada oficialmente em 1982 no Brasil, a ave foi trazida para o país em 1980

Por Redação VEJA São Paulo 11 dez 2020, 19h29

Prato típico de Natal, lançado há 40 anos, o Chester foi por muito tempo cercado de mistério. Não se sabia ao certo a origem do animal e a empresa responsável pelo produto, a Perdigão, não divulgava informações aprofundadas. Neste ano, a marca publicou imagens da espécie de frango antes do abate. 

Chester vivo
Imagem de Chesters ainda vivos Divulgação/Veja SP

Em entrevista à CNN, Luciana Bulau, gerente executiva da Perdigão, contou que a empresa não divulgava muitas informações sobre o bicho. “No passado, a Perdigão alimentou essa aura de mistério, mas hoje a gente é muito transparente sobre nossas granjas e a forma como nossos animais são cuidados”, diz.  

O Chester não é uma espécie diferente de ave, mas um resultado de cruzamento de frangos convencionais com o intuito de criar uma linhagem maior, com mais peito.

“[Foi feito] a partir da seleção de diferentes linhagens de frango, com a finalidade de criar uma ave com alto rendimento do peito, parte mais nobre do animal”, disse a empresa responsável pelo produto ao UOL, em matéria de 2019. Nele, 70% da carne são distribuídas entre o peito e as coxas. 

A produção do animal se concentra no estado de Goiás. Em relação ao tempo de criação do frango convencional, o Chester precisa de 20 dias a mais para o abatimento. 

A palavra “Chester” se refere à marca, registrada pela Perdigão. Lançada oficialmente em 1982 no Brasil, a ave foi trazida para o país em 1980, vindo da Escócia. No começo, era concorrente do Peru da Sadia, mas hoje em dia as duas empresas pertencem à BRF. 

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