Exposição de Tarsila no Palácio dos Bandeirantes abre novas vagas para visita especial no dia 25 de janeiro
Atividade no aniversário de São Paulo terá tour guiado com a curadora
Em seus últimos dias em cartaz, a exposição São Paulo–Paris: A Descoberta de Tarsila do Amaral, no Palácio dos Bandeirantes, abriu novas vagas para a visitação guiada especial que acontecerá em 25 de janeiro. A atividade gratuita marca o aniversário da cidade de São Paulo e o encerramento da exposição, com duas sessões: às 10h e às 11h. Serão 130 novas vagas disponibilizadas por cada horário – até então, todas as vagas estavam esgotadas. As novas entradas serão disponibilizadas no site do Acervo-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo nesta sexta (16), a partir das 12h.
As visitas serão conduzidas pela curadora Rachel Vallego, responsável pelo Acervo dos Palácios, que fará uma imersão na trajetória e produção de Tarsila do Amaral.
A organização também abriu vagas extras de visitação, sem guia, para os dias 19, 20, 21 e 24 de janeiro. Ao todo, são 600 novas oportunidades para quem deseja conferir a exposição antes de seu término.
A exposição
A mostra é uma iniciativa inédita do Governo do Estado de São Paulo e reúne, pela primeira vez, a coleção completa de Tarsila do Amaral sob a guarda do Acervo Artístico-Cultural dos Palácios. O conjunto é formado por 17 obras — 16 pertencentes ao Estado e uma cedida por empréstimo —, todas apresentadas no Salão dos Pratos, espaço histórico do Palácio dos Bandeirantes que passou recentemente por um processo de restauro.
Sob curadoria de Rachel Vallego, a exposição percorre diferentes fases da produção de Tarsila, com obras realizadas entre as décadas de 1910 e 1960. Seis dos trabalhos integraram recentemente exposições internacionais em Paris e Bilbao.
O eixo conceitual da mostra destaca o diálogo entre São Paulo e Paris na formação da linguagem artística de Tarsila. Enquanto trazia do Brasil referências ligadas à infância, ao cotidiano urbano e às cores locais, a artista absorveu, na capital francesa, as vanguardas europeias dos anos 1920. Dessa síntese nasceu uma estética própria, fundamental para a consolidação do modernismo brasileiro.
Entre os trabalhos apresentados estão obras centrais da carreira da artista, como Operários (1933), marco de sua fase social, além de Autorretrato I (1924) e Retrato de Mário de Andrade (1922).
“São Paulo–Paris: A Descoberta de Tarsila do Amaral”
Palácio dos Bandeirantes. Avenida Morumbi, 4500, Morumbi. Seg. a sex., 10h/16h. Até 25/1. Grátis.
Visitas especiais com curadora Rachel Vallego
Dia 25 de janeiro, às 10h e às 11h.
Reservas em acervo.sp.gov.br.





