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Alckmin diz que protestos de sábado foram “uma verdadeira barbárie”

Governador afirma que "São Paulo não tolera baderna" e que polícia tem "dever de agir" 

Por Redação Veja São Paulo - Atualizado em 5 dez 2016, 15h40 - Publicado em 9 set 2013, 18h32

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) criticou na tarde desta segunda (9) as manifestações do último sábado (7), que marcaram o Dia da Independência do país e terminaram com  40 detidos  e pelo menos  dez feridos  em São Paulo.

Segundo Alckmin, o governo reafirma o “total apoio” a manifestações, “inclusive garantindo a segurança dos manifestantes”. Mas, segundo ele, os protestos de sábado foram diferentes. “O que nós vimos no 7 de Setembro não foram manifestações pacíficas, foram atos de barbárie, vandalismo, depredação, destruição do patrimônio público e privado, agressão à polícia. Uma verdadeira barbárie, isso é inaceitável. São Paulo não aprova e não tolera baderna”, disse o governador em um evento no Palácio dos Bandeirantes.

Sobre o caso do  estudante que ficou cego de um olho após ser atingido por uma bomba jogada pela PM, Alckmin disse que para “casos específicos como esse, a polícia tem uma Corregedoria que imediatamente abre um processo para apurar qualquer tipo de equívoco”. O governador não acredita em excessos por parte do comando policial. “A polícia tem o dever de agir, não pode assistir a destruição e atos de vandalismo em prejuízo do conjunto da sociedade.” 

Vítima

Vitor Araújo, de 19 anos, perdeu a visão em um olho enquanto participava das manifestações em frente à Câmara Municipal, no sábado. Ele gravou um vídeo relatando o que aconteceu.

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