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“Eu era ingênua, burra”, diz Xuxa sobre sua relação com Marlene Mattos

Apresentadora contou no 'Mais Você' que ex-empresária gritava, falava palavrões e minava suas relações amorosas

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 13 jul 2023, 13h33 - Publicado em 13 jul 2023, 13h28

A apresentadora Xuxa foi ao programa Mais Você na manhã desta quinta-feira (13). Durante o papo com Ana Maria Braga, a rainha dos baixinhos falou sobre Xuxa, o documentário, que será lançado hoje no Globoplay, e abordou também um dos tópicos mais polêmicos do projeto: sua relação com a ex-empresária e ex-diretora Marlene Mattos

+Xuxa e Marlene Mattos se reencontram em documentário após 19 anos

“Sobrou mágoa, principalmente porque agora eu consigo ver do outro lado e consigo ver que a minha história com ela é pautada em muito abuso. Essa coisa que as pessoas falam que ela batia na mesa, que ela gritava, falava os palavrões dela. Eu achava que era normal. Eu era ingênua, burra, uma série de coisas misturadas”, contou. Xuxa também relatou que Marlene podava qualquer possibilidade de relacionamento amoroso em sua vida. “Homem não podia chegar perto de mim, ela não deixava. A não ser que fosse do interesse dela, se o cara tivesse dinheiro, alguma coisa que pudesse dar em troca. Fora disso, não.”

A apresentadora relembrou uma frase que sua ex-empresária sempre teria dito a ela. “Muita gente acha que eu cheguei onde cheguei por causa dela e ela falava isso, e eu repetia isso, que ela era a cabeça e eu era o corpo. E ela falava algo que mexia muito comigo: ‘Por que Deus não me deu essa cara e esse corpo?’. Isso me chocava muito.”

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Um dos episódios que ainda marcam Xuxa foi o dia em que Marlene levou Floriano Meneghel, pai da apresentadora, de surpresa no programa Xou da Xuxa. “Eu estava há seis, quase sete anos sem falar com ele. E ela chamou sem me avisar. Eu me lembro que eu queria ir embora dali, eu me senti a pessoa mais invadida. Eu até conversei com a Marlene no dia e ela disse: ‘Uma filha tem que conversar com o pai’. E eu falei: ‘Você não pensou nisso, você pensou no Ibope’. E ela: ‘Ah, também’.”

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