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Vera Fischer relembra internação em reabilitação e fase dolorosa na vida

"Eu chorei desbragadamente todas as lágrimas de dor", contou em entrevista a Pedro Bial

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 21 Maio 2022, 15h53 - Publicado em 21 Maio 2022, 15h53

A atriz Vera Fischer, de 70 anos, deu uma entrevista ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, e falou sobre momentos marcantes de sua vida. Um deles foi quando precisou ser internada em uma clínica de reabilitação.

Bial questionou se a convidada se lembrava de uma entrevista que concedeu a ele nessa fase. “Lembro. Ali entrei por vontade própria, porque estava determinada a ouvir aquelas pessoas. Eram pessoas muito inteligentes. Cada um tinha uma história de drogadição diferente. Aprendo sempre muito com as pessoas e suas histórias”, disse ela.

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Vera também contou sobre quando recorreu a uma analista: seu então marido, Perry Salles, havia descoberto um câncer terminal. A atriz relatou que mantou uma UTI no escritório de casa e chamou uma equipe especializada.

“Eu não conseguia chorar e tinha que segurar todos. Na época fazia ‘Caminho das Índias’. Vinha da novela e corria para casa. Fazia piada, brincava… Aí começaram a nascer feridas no meu corpo. Minha imunidade baixou para zero. Tive uma ferida muito grande na boca que ia virar um câncer e tive que extirpar. Procurei uma analista que ela disse na primeira vez que fui: ‘Pode chorar, chora. Eu te dou permissão.’ Aí eu chorei desbragadamente todas as lágrimas de dor. Quando olhei, ela estava chorando.”

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Ela relembrou também a difícil fase da filha, Rafaela. “Tive momentos muito explosivos na vida, quando a imprensa invadia minha vida desesperadamente, a vida da minha filha. Ela se mudou para os Estados Unidos porque queriam comparar ela comigo, e comparavam. Ela engordava e emagrecia. Era um sofrimento atroz para ela, e para mim.”

Vera Fischer está em cartaz no Rio com o espetáculo “Quando for Mãe Eu Quero Amar Desse Jeito”, em que vive Dulce Carmona, uma mãe obcecada pelo filho em uma fase de decadência financeira.

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