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Sozinha, mulher que acreditava estar grávida descobre tumor

"O tumor cresceu no meu útero como um bebê cresceria. Os mesmos hormônios foram produzidos e todos os testes de gravidez deram positivo"

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 30 nov 2017, 19h10 - Publicado em 30 nov 2017, 18h11

Lauren Knowles, uma jovem de 27 anos de idade que mora com a família na Escócia, ficou arrasada ao descobrir que sua gravidez de sete semanas era, na verdade, uma doença fatal. A mulher ficou em êxtase ao descobrir que estava esperando um filho. Após perceber manchas estranhas na sétima semana de gestação, ela optou por fazer um exame — e recebeu a notícia de que tinha gravidez molar, um tumor que se desenvolve no útero.

Após receber o diagnóstico, a jovem removeu o tecido cancerígeno e passou por sessões de quimioterapia. Mesmo com o tratamento, o tumor continuou a crescer em uma velocidade alarmante. Ela, no entanto, não conseguiu recorrer ao médico: Lauren “deu à luz” uma massa cancerígena, sozinha, no banheiro de casa.

Apesar da experiência traumática, a mulher, hoje com 29 anos, se sentiu aliviada ao ver que o tumor, do tamanho de uma pera, tinha sido expulso de seu corpo. “O tumor cresceu no meu útero como um bebê cresceria. Os mesmos hormônios foram produzidos e todos os testes de gravidez deram positivo“, explicou ao The Daily Mail.

Eu jamais imaginei que a minha gestação seria um câncer, mas, após notar sangramento, fiz testes mais detalhados na minha sétima semana de gestação. O exame mostrava que a massa no meu útero era cancerígena. Iniciei o tratamento com a quimioterapia imediatamente“, relembra Lauren. “Perdi todo o meu cabelo e, três meses após começar o tratamento, dei à luz uma massa no banheiro do hospital. Ela era do tamanho de um bebê na 17ª semana de gestação. Era um tumor bem grande para empurrar sem assistência“.

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Tive uma dor de estômago severa. Então, fui com a minha sonda até o banheiro do hospital. Quando sentei no vaso sanitário, senti a necessidade de empurrar. Foi muito doloroso. Após a dor, eu me levantei e olhei para o vaso e vi a enorme massa escura. Fiquei muito aliviada“.

Os médicos alertaram a jovem sobre os riscos de uma nova gravidez — e revelaram que ela, talvez, não pudesse ter filhos, já que o tumor danificou o útero da mulher. Contra essas previsões, felizmente, ela engravidou um ano após o fim do tratamento: “A luz no fim do túnel foi quando eu engravidei da Indi um ano depois“.

Lauren já era mãe de Charlie, hoje com 5 anos de idade, antes da gravidez molar. O medo marcou sua segunda gravidez: “Fiquei com medo de ser uma gestação molar novamente, então eu não pude aproveitar o momento. Quando fizemos o primeiro ultrassom e eu pude ouvir o coração do bebê bater, não conseguia parar de chorar. Eu sabia que era real“, contou a mulher. “Indi nasceu cinco semanas prematuro em uma cesária de emergência. Ela era absolutamente perfeita e eu não podia acreditar que eu tinha dado à luz meu segundo filho. Jamais imaginei que aconteceria“.

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Agora, a mulher carrega uma mensagem de esperança — e quer compartilhá-la com todos: “Eu quero dar esperança às pessoas. Mesmo no pior dos cenários, o que parece impossível ainda é possível“. Com a história, Lauren também quer alertar outras futuras mamães sobre a gravidez molar. 

Dê sua opinião: E você, o que achou da história compartilhada pela mulher? Deixe seu comentário e aproveite para curtir nossa página no Facebook.

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