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Mãe faz apelo aos pais após morte de filho de apenas um ano de vida

Médicos disseram ao casal que o pequeno Jack Arlo tinha apenas uma virose

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 7 nov 2018, 18h00 - Publicado em 7 nov 2018, 17h36

Kate Ross Upton estão fazendo um apelo após o filho do casal morrer inesperadamente apenas alguns dias antes de seu segundo aniversário. Médicos disseram ao casal que o pequeno Jack Arlo tinha apenas uma virose.

A criança apresentou os primeiros sintomas da doença quando começou a tossir no dia 27 de outubro, pouco antes da família sair para participar das celebrações de Halloween. No dia seguinte, Jack estava com febre e começou a vomitar. A evolução do quadro alertou os pais, que marcaram uma consulta com um médico geral. Ele disse que a criança estava com virose e mandou o casal para casa com alguns analgésicos. A febre do menino diminuiu após ingerir os medicamentos, mas ele teve uma terrível reação alérgica.

Foi então que a criança começou a recusar qualquer tipo de alimentação — sua temperatura também voltou a subir, chegando a 39ºC, apesar dos remédios. Kate Upton passou o dia 29 de outubro com o filho, quando os pais decidiram levar a criança a um novo médico, que também disse que a criança tinha apenas uma virose e que os sintomas diminuiriam com o tempo. Ainda preocupados, eles levaram Jack para um posto de saúde, onde receberam o mesmo diagnóstico e recomendações.

A partir deste momento, a saúde de Jack começou a deteriorar. Ao perceber que o menino estava com uma coloração azul ao redor da boca, a família chamou uma ambulância. A saúde da criança deteriorou rapidamente na ambulância e ele precisou de aparelhos para respirar após sofrer uma parada cardíaca. Até oito médicos chegaram a cuidar do menino, ainda dentro da ambulância.

Em um primeiro momento, os médicos acreditavam que o meninos poderia estar sofrendo com sepsis. No entanto, ao chegar no hospital, diagnosticaram uma mutação genética chamada deficiência de LPIN1, resultando em lesão aguda do tecido muscular esquelético. Os profissionais consideraram amputar os dedos dos pés e das mãos da criança para salvá-lo, mas era tarde demais. O menino morreu no dia 1º de novembro.

A mãe da criança, que também tem uma filha de 3 anos de idade, agora faz um apelo: ela pede que os pais sigam seus instintos e levem as crianças ao médicos por uma “simples tosse ou resfriado”. Se uma autopsia revelar que Arlo realmente tinha uma mutação genética, os pais do menino e sua irmã mais velha também precisarão passar por exames para saber se também possuem a condição.

As informações são do Daily Mail.

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