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Grávida sofre com cobrança extra e desabafa após viagem de táxi

"As pessoas relembram o nascimento dos filhos e é ótimo, mas o nascimento da minha filha é um assunto sensível para mim"

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 5 fev 2020, 14h08 - Publicado em 15 Maio 2018, 17h14

Cherise Gwilt estava no mercado, com dois dos quatros filhos, quando entrou em trabalho de parto. Desesperada, a mulher de 43 anos pediu por um táxi para ir ao hospital. A bolsa estourou enquanto ela estava no veículo. Ao chegar no seu destino, a surpresa desagradável: a mulher recebeu a notícia de que teria que pagar 40 libras (cerca de 200 reais) além do valor da corrida de 4,60 libras. Ela deu à luz três horas depois e, agora, seu companheiro diz que ela foi tratada de maneira “desrespeitosa”.

A mulher teve que pedir para que seu filho de 12 anos de idade fosse a um caixa eletrônico para sacar as 40 libras. Isso depois de ter contado ao motorista do táxi que sua bolsa tinha estourado durante a viagem, que aconteceu na quinta (10) pela manhã.

Quando o táxi encostou, a minha bolsa estourou enquanto eu estava saindo do carro. O motorista me disse que eu teria que pagar mais por causa do acidente. Mas eu estava tendo contrações e os meus filhos estavam em pânico. Então, eu mandei o meu menino ao caixa eletrônico e o taxista aceitou o dinheiro. Foi absolutamente horrível. O nascimento da minha filha é um assunto sensível para mim por causa do que aconteceu horas antes“, desabafou Cherise.

O marido de Cherise, Martin Hyson, de 39 anos, concorda com ela: “Quando eu cheguei a Cherise estava às lágrimas. O taxista disse que a cobrança era uma política da companhia. O que aconteceu com a Cherise foi nojento. Ela teve que fazer uma cesárea e menos de três horas depois do incidente ela deu à luz nossa filha“, disse.

Após a repercussão do caso, a empresa responsável pelo taxista que fez a cobrança quer reembolsar a mamãe pelo transtorno e acredita que o caso aconteceu por uma “falha de comunicação”. A empresa diz que o motorista achou que a mulher tivesse “urinado” no banco de trás do veículo. “Eu conversei com o motorista e ele disse que a passageira havia sujado o banco e ele achava que era urina. Nós temos uma cobrança por sujeira porque, quando isso acontece, o motorista não pode trabalhar. Nós não cobramos os passageiros se a bolsa estourar“, disse o gerente Zahir Ahmad. “Nós gostaríamos de reembolsar a consumidora já que o motorista fez uma cobrança incorreta“.

As informações são do The Daily Mirror.

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