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Mariana Barros - Morar em SP

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Salas comerciais despontam no Baixo Augusta

Morar, trabalhar e badalar a pé. Esse o combo deve impulsionar o desenvolvimento da região conhecida como Baixo Augusta (imediações da Rua Augusta entre a Avenida Paulista e a Praça Roosevelt, na Consolação) pelos próximos anos. A área, que já vinha recebendo empreendimentos residenciais, abriga também lançamentos comerciais. Há pelo menos cinco sendo erguidos com […]

Por admin 16 jan 2013, 14h21 | Atualizado em 27 fev 2017, 11h36
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Data da foto: 2012 Torres em construção na altura do numero 800 da Rua Augusta, região denominada de Baixo Augusta. (/)
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Novos empreendimentos na Augusta, primeiro para morar e agora também para trabalhar (Foto: Fernando Moraes)

Morar, trabalhar e badalar a pé. Esse o combo deve impulsionar o desenvolvimento da região conhecida como Baixo Augusta (imediações da Rua Augusta entre a Avenida Paulista e a Praça Roosevelt, na Consolação) pelos próximos anos. A área, que já vinha recebendo empreendimentos residenciais, abriga também lançamentos comerciais. Há pelo menos cinco sendo erguidos com opções de salas de escritórios e consultórios.

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Entre 2005 e 2010, o Baixo Augusta consagrou-se sinônimo de balada, repleto de clubes com cara de garagem, bares pé-sujo e muita bebedeira na calçada. Caiu no gosto dos jovens pelo fácil acesso e pela atmosfera Boca do Lixo, já que vários antigos prostíbulos prosseguiam em atividade em meio aos inferninhos (alguns ainda persistem por ali). A partir de 2010, começou um período de declínio da noite, com o fechamento de várias casas. O ponto mais baixo foi o fechamento do Clube Vegas em 2012, após sete anos como a principal casa local e a responsável pela alta frequência de patricinhas e mauricinhos na região. Ainda assim, vários endereços bacanas seguem atraindo público, como o Studio SP, balada propulsora de novos talentos da cena musical.

De olho nos imóveis vagos, as incorporadoras começaram a traçar planos para aqueles terrenos: erguer prédios residenciais de um e dois dormitórios voltados ao mesmo público frequentador das baladas locais, jovens de 20 a 30 e poucos anos. Desde o final do ano passado, uma nova aposta das incorporadoras começou a dar as caras, a construção de conjuntos comerciais.

Até então, os endereços para escritórios e consultórios nas imediações eram bem escassos ou um tanto decadentes. Quando esses novos edifícios estiverem prontos, será possível morar, trabalhar e ainda ter uma ampla gama de opções de salas de cinema, bares e restaurantes à distância de uma caminhada. Sem falar na proximidade da estação Consolação da linha verde do metrô, agora integrada à estação Paulista da linha Amarela, que oferece acesso tanto para o centro quanto para a Zona Oeste (Butantã).

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