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Uma viagem no tempo às décadas passadas por meio de suas histórias, costumes e curiosidades.

Prédio do Colégio Santa Marcelina, em Perdizes, é tombado

O espaço foi inaugurado em 11 de janeiro de 1927 com projeto executado pelo engenheiro Domenico Marchetti

Por Maurício Xavier Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 jul 2018, 06h00 | Atualizado em 5 fev 2020, 13h55
colégio santa marcelina
A capela da instituição em 1964 (Divulgação/Veja SP)
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Com o objetivo de resguardar o repertório arquitetônico de Perdizes, na Zona Oeste, quarenta edifícios erguidos no bairro entre 1910 e 1940 tiveram o tombamento decretado no último dia 19 pela prefeitura. Entre eles, o de estilo gótico lombardo que abriga o Colégio Santa Marcelina, na Rua Cardoso de Almeida, 541. O espaço foi inaugurado em 11 de janeiro de 1927. Seu projeto, de origem italiana, foi executado pelo engenheiro Domenico Marchetti.

Em sua história, o imóvel funcionou como internato feminino, externato e, na década de 70, abriu as portas também para rapazes. Hoje circulam por ali cerca de 1 100 alunos, distribuídos entre berçário, educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. A partir de agora, será necessária a autorização do Conselho Municipal de Patrimônio Histórico (Conpresp) para a realização de qualquer alteração na fachada do prédio e em partes internas, como saguão de entrada, corredor e escadas.

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Uma sala de aula na década de 30: fundada em 1927 (Divulgação/Veja SP)

A capela, onde em 1922 foi instalada a pedra fundamental do colégio, também está preservada, junto a seus ornamentos, vitrais e pisos. “O tombamento tem um objetivo educacional muito forte”, afirma a irmã Marinez Rossato, delegada regional no Brasil do Instituto Internacional das Irmãs de Santa Marcelina. “Com essa arquitetura, é possível educar o aluno em sua sensibilidade, no cuidado em preservar o patrimônio da cidade”, completa.

O processo de tombamento na região começou em 2009, com base em pedido do Movimento Perdizes Vivo. Na sequência, o Departamento do Patrimônio Histórico iniciou uma pesquisa para confirmar a importância do pedaço.

Com reportagem de Ana Luiza Cardoso

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