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Memória

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Uma viagem no tempo às décadas passadas por meio de suas histórias, costumes e curiosidades.
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Dez curiosidades sobre as balas Juquinha

Conheça mais sobre a primeira bala mastigável do Brasil

Por Roosevelt Garcia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
19 jul 2018, 12h14

Peça pra qualquer pessoa na faixa dos 40 anos falar o primeiro nome de bala que lhe vem à cabeça. Muitos vão se lembrar das balas Chita, com a famosa macaquinha na embalagem. Outros mencionarão as deliciosas balas 7Belo, ainda hoje adoçando a vida de crianças e adultos. Outros ainda vão falar das balas Soft. Mas a maioria certamente vai dizer “Balas Juquinha”, a bala de frutas que grudava no céu da boca e na memória das pessoas, principalmente por causa do seu jingle “Juquinha quando está chupando bala, não fala.”

Conheça 10 curiosidades sobre a guloseima que fez história para as crianças por mais de cinco décadas.

  • A empresa foi fundada em 1945, com o nome de Salvador Pescuma Russo & Cia. Ltda, e fabricava incialmente somente refrescos em pó.

 

  • As balas começaram a ser fabricadas em 1950, e a receita era das próprias cozinheiras da empresa. Foi a primeira bala mastigável do país.

 

  • O nome da bala foi uma homenagem a um amigo de Carlos Maia, fundador da empresa.

    (Balas Juquinha/Divulgação)

 

  • A bala fez tanto sucesso, que a empresa mudou sua razão social para Balas Juquinha Indústria e Comércio Ltda, com sede em Santo André.

 

  • Em 1979 a fábrica foi vendida a um empresário italiano. Nessa época, a empresa começou a fabricar também pirulitos. A bala chegou a ser exportada para mais de sessenta países

 

  • A partir de 1994, a empresa teve o melhor momento em sua história. Graças ao plano Real, as balas se tornaram a forma mais comum de dar troco em bares e restaurantes.

 

  • Os números da fábrica impressionavam: mais de 200 funcionários, que produziam 600 toneladas de balas por mês.

    (Balas Juquinha/Divulgação)

 

  • Durante os anos em que a fábrica funcionou, dezenas de empregados foram demitidos porque tentavam descobrir a fórmula secreta das balas.

 

  • A fábrica foi fechada em 2015, e a fórmula secreta acabou vendida a um empresário carioca.

 

  • No mesmo ano, uma bala com o mesmo nome começou a ser comercializada, mas fabricada no Rio Grande do Sul.

 

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