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Filmes e Séries - Por Mattheus Goto

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‘Tudo É Justo’ luta contra críticas e conquista o público com polêmicas

Kim Kardashian, Naomi Watts e Glenn Glose integram elenco de série de Ryan Murphy com casos de divórcio e figurinos bárbaros

Por Mattheus Goto
22 nov 2025, 08h00 • Atualizado em 4 dez 2025, 15h29
TUDO É JUSTO 1 Crédito Disney+ Divulgação.jpeg_1
Amigas advogadas: lei a favor de mulheres em casos de divórcio (Disney+/Divulgação)
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  • A série Tudo É Justo, disponível no Disney+, chamaria atenção por si só graças ao elenco megaestrelado, com Kim Kardashian, Naomi Watts, Niecy Nash e Sarah Paulson, mas atraiu ainda mais olhares com uma première no Brasil. As quatro foram ao Rio de Janeiro divulgar e defender a obra de Ryan Murphy, que está sendo massacrada pela crítica internacional (nota zero para o The Guardian).

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    Tapete rosa da série ‘Tudo É Justo’, com Sarah Paulson, Kim Kardashian, Naomi Watts e Niecy Nash (Disney+/Divulgação)

    Os três primeiros episódios realmente têm escolhas duvidosas, principalmente quanto à trilha sonora excessiva, a atuação de Kim Kardashian e a direção monótona, sem variações de tom ou profundidade. No entanto, há uma guinada importante no quarto episódio, com um destaque para a personagem de Niecy, e mostra capacidade de tratar de problemas reais.

    A trama acompanha um grupo de três advogadas, Allura (Kim), Liberty (Naomi) e Emerald (Niecy), que decidem montar o próprio escritório para atuar em casos de divórcio envolvendo dinheiro, sucesso e até cirurgia plástica. Elas têm como rival a workaholic frenética Carr (Sarah), um espetáculo como vilã. As participações de Glenn Close, como a mentora do grupo, também elevam o nível. Os figurinos são bárbaros — afinal, tiveram dedo de Kim como produtora executiva — e o roteiro faz um misto de Scream Queens (2015) com Sex and the City (1998).

    NOTA: ★★★☆☆

     

    Publicado em VEJA São Paulo de 21 de novembro de 2025, edição nº 2971.

     

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