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Filmes e Séries - Por Mattheus Goto

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“The Last of Us” tarda mas não falha em entregar momentos devastadores

Segunda temporada da série da Max, inspirada em videogame, é mais vagarosa, mas não menos elaborada

Por Mattheus Goto
1 Maio 2025, 07h00 • Atualizado em 2 Maio 2025, 08h38
Bella Ramsey no papel de Ellie em 'The Last of Us'
Bella Ramsey no papel de Ellie em 'The Last of Us' (Liane Hentscher/HBO/Divulgação)
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  • Produções inspiradas em videogames, como The Last of Us, andam na corda bamba com o público, principalmente com os aficionados pela obra original. Afinal, o júri dos gamers sempre interfere na reação e repercussão.

    A série da Max, criada por Craig Mazin e Neil Druckmann, conseguiu se provar um dos exemplos mais bem-sucedidos, graças a uma produção excelente e boas escolhas quanto a divergências e convergências com o enredo inicial.

    A segunda temporada, composta por sete episódios, lançados semanalmente até 25 de maio, dá continuidade à história de Joel (Pedro Pascal) e Ellie (Bella Ramsey) em um mundo destruído por uma pandemia de fungos, que transformou pessoas infectadas em uma espécie de zumbis.

    Cinco anos após viajarem de Massachusetts para Wyoming e enfrentarem um grupo de cientistas que faria experimentos no cérebro de Ellie (que é imune ao fungo) na busca pela cura, os dois encontram-se na cidade fria de Jackson.

    Agora, com 19 anos, a jovem aperfeiçoou suas habilidades e atira contra os infectados com um rifle de longo alcance. No entanto, com a maioridade, surgem novos problemas. As dinâmicas entre os dois mudam, com dilemas de um pai solteiro e uma filha adolescente (apesar de não serem familiares de sangue e terem se unido pela sobrevivência).

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    Além da família e da autodescoberta de Ellie, a vingança vira um foco com a chegada de Abby Anderson (Kaitlyn Dever), filha de um dos cientistas mortos na leva anterior.

    É uma temporada mais vagarosa, mas não menos corajosa e elaborada. Há momentos devastadores e de partir o coração. As performances do elenco são excelentes, amplificadas por uma direção de arte impressionante.

    Com dedo de um dos criadores do videogame (Neil Druckmann), os produtores propõem uma visão surpreendente sobre a narrativa, com mudanças de tom constantes e surpresas inesperadas.

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    NOTA: ★★★★☆

    Publicado em VEJA São Paulo de 2 de maio de 2025, edição nº 2942

     

     

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