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Barbara Demerov Filmes e Séries - Por Barbara Demerov

Revisita ao universo de Harry Potter é um deleite para os fãs

Harry Potter — 20 Anos de Magia: de Volta a Hogwarts mostra o reencontro do elenco; produção está disponível na HBO Max

Por Barbara Demerov Atualizado em 6 jan 2022, 22h33 - Publicado em 7 jan 2022, 06h00

Os primeiros livros da saga Harry Potter já estavam à venda nas prateleiras desde 1997, quatro anos antes de a primeira adaptação cinematográfica chegar às telonas e arrecadar milhões de dólares. E, da estreia de A Pedra Filosofal ao emocionante desfecho de As Relíquias da Morte, muitos fãs surgiram.

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De lá para cá, já se passaram duas décadas. Com muita devoção e curiosidade, o mundo acompanhou as aventuras mágicas de Harry (Daniel Radcliffe), Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) na mesma medida que o trio e a trama amadureciam.

Agora, a HBO Max apresenta uma caprichada revisita ao universo do menino que sobreviveu, que não só homenageia o inegável legado da criação da autora J.K. Rowling como também discute o peso desse verdadeiro patrimônio cultural na vida dos artistas.

Intitulada Harry Potter — 20 Anos de Magia: de Volta a Hogwarts, a produção é um deleite para os fãs. Desde a ambientação, que recria a atmosfera vista nos filmes (como a Sala Comunal da Grifinória e outros espaços da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts), até a presença de diversos atores responsáveis por criar todo o fascínio por essa história sobre o bem contra o mal, todos os detalhes privilegiam a impressão de que estamos revendo velhos amigos.

E, além das emocionantes palavras do elenco formado por Gary Oldman (intérprete de Sirius Black), Jason Isaacs (Lúcio Malfoy), Robbie Coltrane (Hagrid) e Evanna Lynch (Luna Lovegood), há espaço para que desafios e inseguranças sejam citados.

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Em certo ponto, Emma Watson recorda que considerou sair da franquia na época de A Ordem da Fênix devido a uma sensação de solidão — algo que Grint também afirma ter sentido.

Mas, apesar dos percalços que a fama imensurável trouxe, os momentos felizes certamente superam os mais delicados. Isso fica claro nas passagens em que Emma, Grint e Radcliffe recordam, entre sorrisos e lágrimas, um período que transformou suas vidas e que até hoje deixa marcas profundas.

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Publicado em VEJA São Paulo de 12 de janeiro de 2022, edição nº 2771

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