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Filmes e Séries - Por Barbara Demerov

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Comédia nacional Amarração do Amor fala sobre respeito entre religiões

Em entrevista à Vejinha, diretora Caroline Fioratti relembra legado deixado por Paulo Gustavo e afirma que é necessário respeitar a liberdade religiosa

Por Barbara Demerov
15 out 2021, 06h00 •
Um casal na rua com um bilhete escrito 'Trago a pessoa amada em 3 dias'
Em Amarração do Amor: religião interfere nas relações (Divulgação/Divulgação)
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  • Amarração do Amor, comédia romântica brasileira dirigida por Caroline Fioratti (Meus 15 Anos) e protagonizada por Samya Pascotto e Bruno Suzano, está em cartaz nos cinemas e conta uma divertida história sobre relacionamentos e religião.

    Na trama, os jovens Bebel (Pascotto) e Lucas (Suzano) estão prestes a se casar e pensam em realizar um evento de forma simples, sem muitas preocupações. No entanto, as famílias do casal — uma judia e a outra umbandista — não são capazes de compreender as diferenças entre suas tradições religiosas e passam a “disputar” o rito da cerimônia.

    À Vejinha, a cineasta diz estar feliz com o lançamento nos cinemas, aponta que a graça de Amarração do Amor está na dinâmica das relações familiares e relembra o legado deixado por Paulo Gustavo na comédia. “Sempre lembro da frase: ‘Rir é um ato de resistência’. Nosso filme seguiu essa proposta desde o início”, diz.

    Além disso, Fioratti cresceu na Umbanda e, ao entrar em contato com o projeto, se identificou com Lucas. “Quando entrei no time de roteiro ao lado de Carolina Castro e Marcelo Andrade, surgiu a ideia de trazer essa segunda família que é um espelho dos umbandistas, mas com outra religião. Isso estabeleceu as pontes e semelhanças para chegarmos à conclusão de que a fé é do ser humano. O que nos difere é somente a forma como escolhemos chegar a ela. É necessário respeitar a liberdade religiosa.”

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    Outro elemento em destaque é a ciência como complemento à religião, e não como barreira. “Temos a Bebel e seu pai, dois veterinários, e o Lucas, um estudante de medicina. Fizemos questão de que a ciência estivesse presente. Uma coisa não substitui a outra; elas se unem. Enquanto cuidamos do espírito, os médicos cuidam do físico. As profissões também revelam isso.”

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    Publicado em VEJA São Paulo de 20 de outubro de 2021, edição nº 2760

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